Miranda participou de treino com máscara especial para proteger nariz fraturado

Miranda participou de treino com máscara especial para proteger nariz fraturado

Danilo Lavieri
Do UOL, no Porto (Portugal)

Miranda admitiu que vive um momento diferente na Inter de Milão, sem conseguir ser titular absoluto da equipe italiana. Aos 34 anos, o zagueiro da seleção brasileira afirmou em entrevista coletiva hoje que ainda acha que poderá disputar futebol em alto nível e preferiu não falar do interesse de clubes brasileiros.

Recentemente, seu nome esteve bastante vinculado ao Flamengo como possível reforço. Um retorno ao São Paulo também foi cogitado, assim como uma negociação com o Palmeiras, clube que tem se destacado como o com mais poderio para grandes contratações.

"Não vejo como um fim de ciclo. É um momento diferente na carreira, eu confesso. Eu sempre fui titular indiscutível. Esse ano, por incrível que pareça, estou jogando menos, mas eu aprendi a lidar com essa situação, porque quando você joga demais você não tem tempo para treinar. Recupera, joga, recupera e joga. Este ano estou aproveitando este tempo para me dedicar e jogar melhor quando puder. Joguei vários jogos importantes na temporada e mostrei o nível que eu gostaria de mostrar. Então, isso não me preocupa", afirmou.

"Estou aqui para falar da seleção, fico feliz com interesse de alguns clubes brasileiros, mas vou servir à seleção e ao Inter da melhor forma possível", completou.

Apontado como um dos possíveis capitães com a ausência de Neymar, o zagueiro não quis confirmar que vestirá a faixa no amistoso deste sábado, contra o Panamá, em Portugal. Segundo ele, o mais importante é ajudar os jovens na adaptação e na pressão de vestir a amarelinha.

Sem projetar como estará na Copa do Mundo de 2022, no Qatar, ele disse que ainda não pensa em se aposentar da seleção brasileira e deixou em aberto a possibilidade de disputar mais um Mundial.

"Não penso na minha despedida, eu penso no momento em que estou, e enquanto eu estiver com condições de atuar em alto nível eu vou atuar. Se eu me despedir com condição de atuar em alto nível, vou ser covarde. Enquanto eu tiver condição, eu vou ajudar. A caminhada até o próximo Mundial é longa. Vai ter uma eliminatória ainda. Então não posso deixar a seleção na mão", finalizou.

Foto: Pedro Martins / MoWA Press (via UOL)

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