Phil Foden e Mason Mount são algumas das grandes esperanças e City e Chelsea. Foto: Facebook/Reprodução

Phil Foden e Mason Mount são algumas das grandes esperanças e City e Chelsea. Foto: Facebook/Reprodução

Finalistas da Liga dos Campeões da Uefa, Chelsea e Manchester City carregam o estigma de “novos ricos” do futebol europeu. Na primeira década dos anos 2000, os dois clubes ingleses foram adquiridos por milionários e subiram de patamar internacional com o fortíssimo aporte financeiro de seus proprietários.

Ao alcançar a grande final da principal competição de clubes do Velho Continente de 2021, porém, – o Chelsea pela terceira vez em sua história, e o Manchester City pela primeira vez – os dois clubes ingleses desejam muito de suas esperanças em jovens jogadores revelados em suas categorias de base.

Diferente de outros clubes milionários, que alcançaram finais de competições europeias apostando em contratações galácticas, Chelsea e City, embora contem, obviamente, com elencos caríssimos, apostam também em jovens talentos formados “em casa”.

No caso dos citizens, além do talento do craque Kevin de Bruyne, o time comandado por Pep Guardiola tem no jovem Phil Foden, de 20 anos, uma das grandes esperanças para levar o título inédito. Nesta edição da Champions League, Foden tem 3 gols e 3 assistências nos 12 jogos da equipe.

 Phil Foden, meia-atacante do Manchester City, de apenas 20 anos

O Chelsea investe ainda mais nos jovens garotos. Proibido de contratar durante duas janelas de transferências em 2019, os Blues apostaram em atletas revelados na sua base e que se consolidaram no time principal. Sob o comando de Frank Lampard e depois de Thomas Tuchel, Mason Mount ganhou destaque e se tornou referência na equipe. Nomes como Tammy Abraham e Hudson-Odoi, embora não tenham sido titulares na maior parte da temporada, se mostraram importantes.

 Mason Moun, meia-atacante do Chelsea tem apenas 22 anos

A filosofia aplicada pelo Chelsea atualmente que, além de apostar na base, investe em jogadores emergentes, contrasta com o perfil de contratações antes adotado pelo clube de Londres. Em sua primeira fase após ser adquirido pelo milionário Roman Abramovic, os Blues apostaram em nomes como Shevchenko, Deco, Fernando Torres, entre outros. O mesmo ocorre com o City, que tem como filosofia a aposta em jogadores jovens e em desenvolvimento.

As duas equipes se enfrentam neste sábado (29), às 16h (horário de Brasília), no Estádio do Dragão, em Portugal, pela grande decisão da Liga dos Campeões da Uefa. Finalista em 2008 e 2011 (ano em que conquistou seu único título), os Blues tentam levantar a taça pela segunda vez. Os citizens, por sua vez, fazem sua primeira final de Champions League na história e buscam o título inédito.

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