Treinador santista destacou a entrega de seus jogadores. Foto: Ivan storti/Santos FC

Treinador santista destacou a entrega de seus jogadores. Foto: Ivan storti/Santos FC

O Santos voltou a vencer pelo Brasileirão após cinco jogos e o sentimento é de alívio. Após o triunfo por 2 a 1, de virada, sobre o Juventude, em Caxias do Sul, o técnico Fabián Bustos destacou que o time já merecia uma vitória nas últimas partidas e destacou a importância dos três pontos diante dos gaúchos.

“Estou agradecido pela entrega dos jogadores, de como tentam competir. Não podemos ter altos e baixos. Hoje não tínhamos o direito de perder. Se o rival cria cinco ou seis situações, ok, mas enfrentamos um rival que não criou muito. Não poderíamos perder. E temos que ter menos altos e baixos para vencermos mais. Contra Palmeiras e Atlético-MG, times muito bons, nós competimos. Temos que buscar essa regularidade para ser mais equilibrados”, afirmou Bustos na coletiva pós-jogo.

“Contra o Inter fizemos dois gols legais. Um não valeu. Essas são coisas que não se analisam aqui. Se analisa resultado, mas não o funcionado. Contra o Inter, contra uma grande equipe que vem fazendo as coisas bem e que quase não perderam, merecíamos ganhar. Estivemos mais perto e convertemos dois gols legítimos. Tínhamos na mochila o peso nas costas de que não ganhamos”, declarou o treinador.

O argentino ainda comentou a importância dos jovens Marcos Leonardo e Ângelo, que iniciaram a partida contra o Juventude no banco, entraram e mudaram o jogo. Bustos destacou o cuidado que vem tendo com os dois para não aumentar o desgaste e elogiou a dupla.

“Marcos Leonardo pode jogar, mas Ângelo possivelmente só 45 minutos. Temos que ter calma porque foi uma lesão complicada. É tão jovem e com pouco tempo de treino em primeira divisão. Se estivesse 100%, seria titular. Ele é extraordinário. Marcos Leonardo só foi reserva por causa da seleção sub-20. Se estivesse descansado seria titular”, explicou.

“O Ângelo vem se recuperando de lesão e o departamento médico não me deixou colocar mais que 30 minutos. E Marcos Leonardo, em menos de 48 horas, jogou 75 minutos há 48 horas. Pedimos autorização à CBF para utilizá-lo porque jogou na seleção sub-20. Falei ao Marcos que se não precisássemos, não colocaria. Mas precisamos, colocaríamos. Passando o primeiro tempo, perguntei para ele e queria entrar já. Mas os médicos pediram precaução. Mais de 30 minutos não podia jogar. Entrou por volta dos 15 minutos para tentar o gol e por sorte nos deu a vitória”, completou.

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