Treinador palmeirense se revoltou com o cartão recebido na partida contra o Atlético. Foto: Cesar Greco

Treinador palmeirense se revoltou com o cartão recebido na partida contra o Atlético. Foto: Cesar Greco

Bastante criticado por seu comportamento na área técnica, Abel Ferreira tem se sentindo perseguido pelos árbitros brasileiros. Depois de receber mais um cartão amarelo no Brasileiro, no empate do Palmeiras com o Atlético-MG, no último domingo (5), o treinador português se mostrou incomodado com o tratamento que recebe nas partidas.

"Me deu um amarelo por reclamar de falta, só isso. Só disse que era falta. E veio com aquela arrogância toda. E o capitão (Hulk), que joguei contra ele e tenho todo o respeito, xingou o fiscal de linha e ele não teve coragem de dar amarelo. É fácil dar amarelo para mim. Começo a sentir que é perseguição. Me sinto perseguido pelos árbitros brasileiros e, principalmente, por esse senhor", disse Abel na entrevista pós-jogo.

“Hoje (domingo) senti intencionalidade na ação dele. O Zé (Rafael) caiu no chão e ele deixou seguir. O jogador do Atlético-MG caiu e ele deu falta. O jogo tinha acabado e ele deixou o escanteio. Não quero que nos ajude, mas não quero que nos prejudique. E eu falei: ´Cadê o critério?´. O quarto árbitro disse: ´É com o Wilton´. Não gostei da forma que me deu o amarelo. Era amarelo para quem fez falta. Me deu cartão com intenção e arrogância. E aí xingaram o assistente e ele não viu? Meu amarelo foi bem dado contra o Juventude, mas hoje foi por arrogância do árbitro”, completou o treinador português.

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