Ex-camisa 9 da seleção brasileira destacou as dificuldades de ser cartola. Foto: Facebook/Reprodução

Ex-camisa 9 da seleção brasileira destacou as dificuldades de ser cartola. Foto: Facebook/Reprodução

A vida de dirigente de futebol não é nada fácil e o ex-atacante Ronaldo tem sentido isso na pele. Em entrevista coletiva durante um evento no México, o ex-camisa 9 da seleção brasileira e hoje proprietário do Valladolid-ESP destacou que tem sofrido na vida de dirigente.

“O que não sofri como jogador, estou sofrendo como dirigente. A esperança é grande, temos uma cidade de 350 mil habitantes, uma torcida de 2 milhões. A responsabilidade é grande”, declarou o Fenômeno, destacando as consequências do estresse do trabalho como cartola.

“No fim da temporada passada, saí de férias, e todas as taxas nos exames estavam altas: colesterol, pressão. Tudo alto. Sofri demais”, disse.

Ronaldo assumiu o Valladolid com alguns problemas financeiros e faz um trabalho de reestruturação do clube espanhol. Confiante na evolução da equipe, o Fenômeno destacou que seu time, que ocupa neste momento a 15ª posição no campeonato local, terá maior investimento a partir da próxima temporada.

“No ano que vem, com mais dinheiro, veremos que objetivo vamos buscar”, comentou o ex-jogador.

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