por Rogério Micheletti
Ele fez parte da reação corintiana no Campeonato Paulista de 87 e chegou a atuar até na antiga Iugoslávia, em plena Guerra Civil. Hoje, Carlos Roberto Jatobá, o Jatobá, é empresário em Curitiba (PR) e trabalha com transferência de jogadores para o exterior. Jatobá vive entre a bela capital paranaense e o "Velho Continente".
Nascido no dia 2 de janeiro de 1963, em Peapiru (PR), Jatobá foi um zagueiro que se destacava pela raça. Começou a se destacar na equipe Pinheiros (que depois se uniu ao Colorado e formou o Paraná Clube).
No segundo semestre de 1986, Jatobá foi contratado para defender o Corinthians. À época, o alvinegro reformulava o elenco. Além de Jatobá, outros jogadores pouco badalados desembarcaram no Parque São Jorge, entre eles Wilson Mano e Edevaldo (ambos ex-XV de Jaú), Marco Antônio (ex-Ferroviária) e Catanoce (ex-América de Rio Preto).
Se Jatobá não foi tão brilhante, também ficou distante de ser uma decepção. Atuações regulares e os gols de cabeça, principalmente após escanteios cobrados por João Paulo e Jorginho, fizeram com que o zagueiro se tornasse titular da zaga corintiana em 1987. A sua ausência na primeira partida das finais do Paulista, no Morumbi, foi sentida. O São Paulo venceu a partida por 2 a 1. Mauro e Edevaldo foram bastante criticados. Jatobá não jogou porque estava suspenso.
Antes da disputa do Brasileirão, Jatobá foi negociado com o futebol iugoslavo. Com a camisa corintiana, entre 1986 e 1987, o quarto-zagueiro realizou 53 partidas (24 vitórias, 19 empates e 10 derrotas) e marcou 7 gols (números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte).
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Com a camisa corintiana, entre 1986 e 1987, o quarto-zagueiro realizou 53 partidas (24 vitórias, 19 empates e 10 derrotas) e marcou 7 gols (números do "Almanaque do Corinthians", de Celso Unzelte).
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