Adilson Pereira, o Bibi, ex-meia do Atlético-MG e do Nacional-AM, voltou a morar no Rio de Janeiro em 2019, após um período trabalhando como taxista na cidade de São Pedro da Aldeia-RJ. Bibi tinha ido para a Região dos Lagos do estado do Rio de Janeiro para ficar próximo do filho e das netas, que estavam residindo em Cabo Frio.
Nascido em Campos dos Goytacazes-RJ em 29 de dezembro de 1949, Bibi é filho do primeiro casamento de Didi, o “Folha Seca”, com Maria Luíza do Espírito Santo, conhecida como Joinha. Após a separação, a mãe de Bibi casou com Moacir Rodrigues, ex-Vasco e Bangu, que ajudou na criação de Bibi.
O meia iniciou a sua carreira nas categorias de base do Fluminense, sendo treinado por Pinheiro, eterno ídolo do Tricolor carioca. Em 1967, acertou sua transferência para o Atlético-MG, onde viveu grande fase de sua vida profissional.
Permaneceu no Galo até 1973, conquistando o Campeonato Mineiro de 1970 e o Brasileiro de 1971. Bibi era reserva de Humberto Ramos, que vivia fase iluminada no início dos anos 70.
Do Atlético-MG, Bibi se transferiu para o Nacional-AM, onde também escreveu bonita história. No Brasileirão de 1975, enfrentou o Fluminense, que à época era trainado pelo seu pai. Na ocasião, no entanto, o time amazonense não teve chances contra a Máquina Tricolor, que venceu pelo placar de 4 a 0.
Bibi defendeu ainda o Americano, o Fast Clube, o Fortaleza, o Ferroviário e o Avaí.
Após pendurar as chuteiras, Bibi trabalhou como empresário e como auxiliar técnico em alguns clubes. O ex-meia foi um dos responsáveis pelo sucesso da seleção brasileira de másters, apadrinhada por Luciano do Valle nos anos 80.
Como auxiliar, o último trabalho de Bibi foi no Al-Shabab, dos Emirados Árabes, em 2009. O técnico do clube, à época, era Toninho Cerezo.
No player abaixo, ouça a participação de Bibi no “Domingo Esportivo Bandeirantes” do dia 20 de setembro de 2020:
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