Missão impossível: manos do mano jogam para anular pontos fortes em um certame cheio de babas sem pontos fortes

Missão impossível: manos do mano jogam para anular pontos fortes em um certame cheio de babas sem pontos fortes

O Corinthians, membro honorário do G-4, voltou a decepcionar a sua Fiel torcida e, na fria, chuvosa e apinhada ZL, ficou apenas no 1 a 1 com o Bahia, candidato à degola.

O mesmo Corinthians, na mesma Itaquera, ficou em 1 a 1 com o Botafogo, candidato à degola.

O mesmo Corinthians, também no moderno e lindíssimo estádio da abertura da Copa, tomou pau do Figueirense, 1 a 0.

Como mandante, mas no Canindé, o Corinthians também ficou no 1 a 1 com o Atlético-PR, que não vai a lugar nenhum: nem cair, nem brigar nas cabeças.

Só aí são nove pontos e quatro vitórias jogados no lixo, resultados que dariam um folga ao time do povo em relação a Cruzeiro, Inter, Fluminense....

Sem contar que, fora de casa, o Coringão vencia o São Paulo, por 1 a 0, mas os manos do Mano, à Mano, recuaram até Luis Fabiano (muita gente não lembra, mas o Fabuloso participou deste Brasileiro) levar a melhor sobre Cleber e empatar.

É óbvio que essa conta só vê um lado. O Corinthians, por exemplo, com um homem a mais, achou a vitória sobre o Santos, que foi, na média, superior (ou menos pior). A vitória contra a Chapecoense por 1 a 0 poderia perfeitamente, pelo que foi o jogo, ser outro empate, em 0 a 0.

O Fluminense também pode lamentar empates, no Maraca, com times que ocupam a rabeira, casos de Vitória e Coritiba.

Voltando ao Corinthians, que, registre-se, ganhou com méritos de Inter e Cruzeiro, o time tem no DNA atuar para anular os pontos fortes do adversário e, depois, bem depois, criar.

O esquema pragmático funcionou contra Inter e Cruzeiro, que têm pontos fortes... Agora, num campeonato nivelado por baixo, muito por baixo, tecnicamente sofrível, quem joga para anular pontos positivos inexistentes sofre... Como sofre o torcedor corinthiano e o telespectador, corinthiano ou não, com jogos normalmente horrorosos, de muita falta, marcação e da expectativa que uma falta lateral ou escanteio resolva a parada!

A diferença do Cruzeiro, melhor time do Brasileiro, para o Corinthians e para a grande maioria dos times (os que têm qualidade técnica para jogar, mas não jogam, como o Corinthians, e os que não têm, e, pois não jogam, como a maioria) é que a Raposa entra para jogar e, como é futebol, também trata de tentar anular o adversário. Os outros fazem o contrário!

PS: A culpa não era do Tite!

Eu sou o Vtor Guedes e tenho um nome a zelar. E zelar, claro, vem de ZL. É tudo nosso. É nóis na web!

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Foto do Mano: UOL

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