Presidente eleito, Bolsonaro ofuscou festa do título. Foto: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress/Via UOL

Presidente eleito, Bolsonaro ofuscou festa do título. Foto: Eduardo Carmim/Photo Premium/Folhapress/Via UOL

Já se passaram três dias da festa palmeirense no Allianz Parque pela conquista do título de campeão brasileiro de 2018 e o momento deveria ser de comemoração entre os palmeirenses.

Mas, a festança não está completa. Alguns ainda tentam lembrar dos feitos de Dudu e cia, dos golaços de Bruno Henrique, das defesas de Weverton e das maluquices de Deyverson. Entretanto, muita gente ainda fala da presença do presidente eleito em campo.

Achei que o assunto seria superado e que a alegria do deca se estenderia semana afora, mas não. Até carta aberta foi publicada por um grupo de palestrinos repudiando a presença do político no estádio.

Claro, onde tem político, tem política. Não dá pra considerar que ali esteve apenas um torcedor. Até porque tem foto com tantas camisas publicadas por aí que fica difícil sustentar a versão de “torcedor fanático” do Alviverde.

Nem é esse o caso. O problema é que político nenhum, em que posição esteja, pode estragar a festa do futebol. E quem convidou sabia dos riscos disso ocorrer. Até pelo momento que vive o país. Faltou discernimento.

Mas passou e o palmeirense precisa superar isso. O presidente Galiotte, a WTorre e o Allianz Parque que se entendam com conselheiros, grupo de notáveis e quem mais protestar. Mas lá nas alamedas do Palestra Itália.

Torcedor tem que comemorar. É para isso que vai ao estádio: apoiar, incentivar, vaiar, protestar quando necessário. E para se extasiar no fim de tudo, festejar, cantarolar um funk diferente, provocar o amigo que torce pro rival.

Tudo isso faz parte da festa do futebol. E, nesse festerê, política não tem vez.

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