Brasileiro a bordo da McLaren-Honda em 1991. Foto: Divulgação

Brasileiro a bordo da McLaren-Honda em 1991. Foto: Divulgação

Em 20 de outubro de 1991, há exatos 30 anos, Ayrton Senna (1960-1994) comemorava seu terceiro (e último) título mundial na Fórmula 1, concluindo o Grande Prêmio do Japão, em Suzuka, na segunda colocação, restando ainda uma prova para o término da temporada.

O brasileiro, que competia com o modelo MP4/6 da McLaren, impulsionado pelo fortíssimo motor Honda V12, largou em segundo lugar, ao lado do companheiro de equipe, o austríaco Gerhard Berger, o pole.

O GP do Japão era o penúltimo da temporada, e Senna chegou para a disputa com 11 pontos de vantagem sobre Nigel Mansell (Williams-Renault), o que obrigava o inglês a fazer sete pontos a mais que o brasileiro.

Berger assumiu a ponta e abriu boa vantagem para Senna, que sofria pressão constante da Williams do inglês Nigel Mansell, seu concorrente direto pelo campeonato.

Após várias tentativas, Mansell acabou perdendo o controle de sua FW14 e deu adeus à tentativa de seu primeiro campeonato (ele foi campeão no ano seguinte), abandonando na caixa de brita.

Senna apertou o ritmo e acabou ultrapassando Berger, mas na volta final o brasileiro abriu passagem para o austríaco, que recebeu a bandeira quadriculada em primeiro. Aquela foi a primeira vitória de Berger pela McLaren, depois de triunfos por Benetton (um) e Ferrari (quatro), entre 1986 e 1989. O pódio foi completado por Ricardo Patrese, da Williams.

A última prova do Mundial de 1991, o GP da Austrália, duas semanas depois, teve vitória de Ayrton Senna, seguido por Nigel Mansell e Gerhard Berger. Senna fechou o campeonato com 96 pontos, 24 a mais que Mansell.

Os seis primeiros colocados na temporada de 1991:

1º Ayrton Senna (McLaren-Honda): 96 pontos, com sete vitórias e oito poles;
2º Nigel Mansel (Williams-Renault): 72 pontos, com cinco vitórias e duas poles;
3º Ricardo Patrese (Williams-Renault): 53 pontos, com duas vitórias e quatro poles;
4º Gerhard Berger (McLaren-Honda): 43 pontos, com uma vitória e duas poles;
5º Alain Prost (Ferrari): 34 pontos, sem nenhuma vitória;
6º Nelson Piquet (Benetton-Ford): 26,5 pontos, com uma vitória.

ABAIXO, COM NARRAÇÃO DE GALVÃO BUENO, A ÚLTIMA VOLTA DO GP DO JAPÃO DE F1 DE 1991, QUE CONSAGROU AYRTON SENNA COMO TRICAMPEÃO MUNDIAL. GALVÃO GRITA "EU SABIA, EU SABIA!" QUANDO SENNA ABRE PASSAGEM PARA BERGER ULTRAPASSÁ-LO NA ÚLTIMA CURVA DE SUZUKA

      

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