Circuito de Mugello, estreito e com brita ineficaz, dificultou a vida dos pilotos. Foto: Mercedes-AMG F1

Circuito de Mugello, estreito e com brita ineficaz, dificultou a vida dos pilotos. Foto: Mercedes-AMG F1

Depois de um começo absolutamente caótico, com acidentes que limaram seis pilotos da prova, o GP da Toscana, disputado em Mugello neste domingo (13), finalmente pôde engrenar e Lewis Hamilton chegou ao seu 90º triunfo na Fórmula 1, e está a uma vitória de igualar o recorde de Michael Schumacher na categoria. Aliás, caso ele vença a próxima corrida em Sóchi, na Rússia, poderá quebrar a marca de Schumacher justamente na Alemanha, em Nurburgring, no GP do Eifel.

No pódio, ao lado de Hamilton, Valtteri Bottas, completando a dobradinha da Mercedes e o primeiro pódio de Alexander Albon (Red Bull). Daniel Ricciardo (Renault), foi o quarto, Sergio Pérez (Racing Point) o quinto e Lando Norris (McLaren) completou o top-6.

A Ferrari, completando sua milésima corrida na Fórmula 1, foi figurante. Charles Leclerc teminou em oitavo e Sebastian Vettel em décimo.

CAMPEONATO:

Lewis Hamilton segue líder do campeonato com 190 pontos. Bottas, o segundo colocado, soma 135, enquanto Vertappen, o terceiro, que não pontou (por abandono), ficou estacado nos 110 que acumulara até chegar em Mugello

Albon logo após ultrapassar Ricciardo e ganhar a terceira posição, que sustentou até o final para conseguir seu primeiro pódio na F1. Foto: Aston Martin Red Bull Racing

 

 

A PROVA

A pista estreita de Mugello, na região da Toscana (Itália), em que pese a beleza local, mostrou-se inadequada aos carros da Fórmula 1 desde a primeira largada, com uma confusão que deixou Gasly e Verstappen fora do páreo.

O carro de segurança foi acionado, e na relargada, em movimento, Bottas (que era o primeiro após ter feito melhor largada) fez uma lambança monstro, puxando o pelotão e freando após acelerar, promovendo um verdadeiro efeito dominó, que não foi mais desastroso por pura sorte e habilidade dos que vinham atrás. De qualquer forma, mais quatro pilotos deixaram a corrida, em acidentes que poderíam ter sido bem graves: Sainz, Magnussen, Giovinazzi e Latifi. Esteban Ocon (Renault) teve problema de freio e não alinhou para a segunda largada.

A prova foi interrompida (bandeira vermelha) e, com nova largada, Hamilton superou o coadjuvante Bottas logo na primeira curva e dominou sem ameaças.

A Ferrari teve um bom começo com Charles Leclerc, que logo subiu ao terceiro lugar, mas depois da bandeira vermelha, na nova largada, amargou com a falta de potência do motor de sua SF1000, justamente no dia de festa para a escuderia italiana, que completou seu milésimo GP na F1. O monegasco foi superado por Stroll, Ricciardo, Pérez e Albon.

Quem cresceu na prova foi Daniel Ricciardo, com a Renault, que acabou ultrapassando Stroll (Racing Point) para ganhar a terceira posição.

BATIDA FORTE DE STROLL

Uma provável quebra na suspensão traseira esquerda da Racing Point provocou uma forte batida de Stroll na volta 44. Ele bateu com violência na Arrabiata 1, passando pela brita sem que houvesse significativa redução de velocidade, mais um elemento para mostrar a precariedade da pista para receber a F1. 

MAIS UMA BANDEIRA VERMELHA...

Bandeira vermelha novamente, para remoção do carro de Stroll, só possível com o trator e reestruturação da barreira de pneus.

Nova largada com Hamilton em primeiro, Bottas em segundo, Ricciardo em terceiro e Albon em quarto.

Hamilton manteve-se em primeiro e Ricciardo superou Bottas para assumir a segunda colocação. Bela manobra do ausraliano sobre o apagado piloto finlandês. Mas na volta seguinte, com a asa aberta, Bottas retomou a posição de Ricciardo, enquanto Hamilton abria boa margem para garantir a vitória.

Alexander Albon se aproximou de Ricciardo e conseguiu ganhar o terceiro lugar do piloto da Renault, em um disputa que tinha ali dois pilotos postulantes à última vaga no pódio, que acabou ficando mesmo com o tailandês.

PRÓXIMO GP

Em duas semanas, no dia 27 de seembro, acontece a décima etapa do Mundial, o GP da Rússia, em Sóchi. Leclerc fez a pole em 1min31s628 mas a Mercedes dominou com Hamilton vencendo e Bottas terminando em segundo. Leclec completou o pódio

CALENDÁRIO COMPLETO DA TEMPORADA DE 2020 DA F1:

5 de julho – GP da Áustria (Spielberg) - Vitória de Valtteri Bottas (Mercedes)
12 de julho – GP da Estíria (Spielberg) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
19 de julho – GP da Hungria (Hungaroring) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
2 de agosto – GP da Grã-Bretanha (Silverstone) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
9 de agosto – GP do Aniversário de 70 anos da Fórmula 1 (Silverstone) - Vitória de Max Verstappen (Red Bull-Honda)
16 de agosto – GP da Espanha (Barcelona) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
30 de agosto – GP da Bélgica (Spa-Francorchamps) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
6 de setembro – GP da Itália (Monza) - Vitória de Pierre Gasly (Alpha Tauri-Honda)
13 de setembro - GP da Toscana (Mugello) - Vitória de Lewis Hamilton (Mercedes)
27 de setembro - GP da Rússia (Sóchi)
11 de outubro - GP do Eifel (Alemanha, em Nurburgring)
25 de outubro - GP de Portugal (Portimão)
1º de novembro - GP da Emilia Romagna (Imola)
15 de novembro - GP da Turquia (Istambul)
29 de novembro - GP do Bahrein (Sakhir)
6 de dezembro - GP do Bahrein (Sakhir)
13 de dezembro - GP de Abu Dhabi (Yas Marina)

 




   

 

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