Rogério se vê cada vez mais pressionado na Gávea. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Rogério se vê cada vez mais pressionado na Gávea. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Eu já nem me pergunto “se”, mas sim “quando” Rogério Ceni deixará o comando técnico do Flamengo. A cada rodada, a impaciência do torcedor e da diretoria aumenta e já é muito difícil apostar até mesmo que o treinador comerá panetone na Gávea.

E a culpa é exatamente dele? Honestamente, acredito que não. Ceni estava quietinho no Fortaleza, fazendo um ótimo trabalho dentro de suas possibilidades. E todo mundo sabia que assumir o time mais poderoso da América do Sul seria um passo muito maior do que a ainda curta perna do jovem comandante.

O brilhante trabalho executado por Jorge Jesus na Gávea no segundo semestre de 2019 elevou demais o sarrafo da exigência do torcedor flamenguista. Os rubro-negros, aparentemente, não vão se conformar enquanto a equipe não jogar pelo menos um futebol semelhante ao que foi mostrado naquele período.

E, com oito meses de trabalho no Rio de Janeiro, já deu muito bem para sacar que Rogério, apesar de ser um técnico promissor, não conseguirá levar a equipe rubro-negra ao tão comentado “outro patamar”.

Por isso, enquanto enquanto ele seguir por lá, o Mengão continuará “batendo lata”. Insistir na permanência de Ceni hoje é adiar o inevitável. Que a mudança no comando seja feita enquanto ainda há tempo de brigar pelas principais taças em disputa na temporada.

Ceni, definitivamente, não está à altura da ambição flamenguista. Mas a pergunta que não quer calar é: e quem está?

 

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