Seleção de Novos campeã do Torneio de Cannes em 1972

Seleção de Novos campeã do Torneio de Cannes em 1972

Na primeira foto vemos o capitão do Brasil, Levir Culpi, antes do início da final contra a Argentiana, e na outra foto, a comemoração do título, com Levir carregando a taça e do seu lado jogadores como Carlos Alberto Pintinho, Terezo, Bolívar, Márcio, Vítor e Manoel.

A seleção brasileira ganhou do Sporting, de Portugal, por 3 a 1, da União Soviética, por 2 a 0, e na final enfrentou a Argentina, vencendo por 2 a 1. O Brasil, dirigido por Antoninho, jogou com Vítor, Terezo, Márcio, Levir e Bolívar, Falcão, Carlos Alberto Pintinho e Washington, Gilvan (Zé Carlos Olímpico), Manoel e Tuca.

A Argentina jogou com Delenica, Bottaniz, Mouzo, Chirdo e Isamat, Ungaretti, Trossero e Alonso, Assad, Feredo e Bertoni. Desse time, Bertoni e Alono foram campeões mundiais em 1978, Bottaniz ficou fora da lista dessa mesma Copa na última lista, Trossero disputou a Copa de 1982 e Mouzo foi líder do Boca Juniors nos anos 70.

Saiba um pouco mais dos campeões de Toulon em 1972:

Vítor (goleiro/Cruzeiro) – Estava na meta do Cruzeiro na decisão do Brasileiro de 1974, quando o time estrelado perdeu o título para o Vasco da Gama, em derrota de 2 a 1, no Maracanã. Depois foi jogar no Santos.

Terezo (lateral/América-RJ) – Além do time carioca também teve uma passagem pelo Santos, em 1977. Morreu em 2013.

Márcio (zagueiro/Atlético-MG) – Márcio perdeu o pênalti decisivo na final do Campeonato Brasileiro de 1977, quando o invicto Galo perdeu o título para o São Paulo.

Bolívar (lateral/Grêmio) – Começou como ponta-esquerda, recuou para a lateral e terminou a carreira jogando de zagueiro. Nessa posição foi campeão paulista de 1986, pela Inter de Limeira, contra o Palmeiras. É pai do também zagueiro Bolívar, do Inter e do Botafogo.

Falcão (volante/Inter) – Dispensa comentários, um dos maiores jogadores do país nos anos 70 e 80, foi tricampeão brasileiro pelo Inter e virou “Rei de Roma”, na Itália.

Carlos Alberto Pintinho (volante/Fluminense) – Jogador muito habilidoso, foi titular da “Máquina” do Flu nos anos 70. Encerrou a carreira no Sevilla, da Espanha, onde segue morando.

Washington (meia-Guarani) – No início de carreira, no Guarani, foi chamado de “Novo Pelé”, o que atrapalhou muito sua carreira. Não se firmou em mais nenhuma equipe que jogou, Corinthians, Noroeste, Ferroviária, Coritiba, Vitória e Goiás, entre outras. Morreu em 2010.

Gilvan (ponta/Náutico) – Apareceu como revelação no time pernambucano, mas o alvi-rubro não vivia grande momento e ele nunca virou estrela. Jogou também no ABC de Natal.

Manoel (centroavante/Inter) – Esteve na olimpíada de 1972, mas tinha como concorrente no Inter o ídolo Claudiomiro. Após breve passagem pelo América do Rio foi jogar em Portugal, onde foi ídolo no Sporting. Morreu em 2015.

Tuca (atacante/Botafogo) – Irmão do antigo atacante Ferretti, que fez sucesso no Vasco e no Botafogo, Tuca jogou pouco tempo no time carioca e foi para o México. Se deu muito bem por lá, virou treinador e até já comandou a seleção mexicana.

Zé Carlos Olímpico (centroavante/Santa Cruz) – Ganhou esse apelido por ter disputado a olimpíada de 1972, quando jogava no Santa. Teve passagens rápidas, e sem sucesso, por Fluminense e Guarani.

Clique para saber mais da história dos jogadores, na seção "Que Fim Levou?"

 O jovem Levir Culpi foi o capitão brasileiro na conquista.

 

Levir Culpi carrega o troféu do Torneio de Cannes, que a seleção brasileira sub-20 conquistou. Carlos Alberto Pintinho está à esquerda, mais atrás Terezo, meio encoberto aparece Bolívar, do outro lado o zagueiro Márcio, o goleiro Vítor e o centroavante Manoel.

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