Grande craque da história do basquete brasileiro, o saudoso Ubiratan Maciel, conhecido como Ubiratan, nasceu em São José dos Campos em 18 de janeiro de 1944 e nos deixou no dia 17 de julho de 2002, aos 58 anos. Teve quatro filhos, Júnior, Luciano, Ana Rita e Paula.
Pivô brilhante, atuou durante 20 anos conquistando inúmeros títulos importantes por clubes e pela seleção brasileira. Teve grande momento no Corinthians na década de 1960. Também defendeu o Tênis Clube de São José, Espéria, Palmeiras, Sírio e Trianon. Com a camisa do Brasil foi campeão mundial em 1963 além de conquistar a medalha de prata no mundial de 1970 e duas de bronze em 1964 e 1978. Levantou também cinco títulos sul-americanos e três medalhas em Pan-Americanos: 1963 (prata em São Paulo-BR), 1975 (bronze na Cidade do México-MEX) e 1979 (bronze em San Juan-Porto Rico).
Edvar Simões, que o dirigiu em grande parte da carreira, sintetizou a importância do pivô para o esporte nacional. "O Ubiratan não foi o melhor jogador brasileiro, mas seguramente foi o jogador mais importante da história do basquete brasileiro".
Internacionalmente Bira não jogou só pela seleção. Conhecido como o "rei do tapinha", foi o primeiro brasileiro a atuar na Itália (década de 70) e lá, defendendo um clube de Veneza, foi o melhor "reboteiro" em duas temporadas.
Respeitado, Bira foi indicado para integrar o Hall da Fama por três anos consecutivos: 1996, 1997 e 1998 mas seu nome somente foi incorporado em 2010.
É claro que Toto Wolff prefere Antonelli. Russell que se vire...
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