por Túlio Nassif
Ricardo Barnabé Romera, conhecido na Argentina, Equador e México como Romera e no Brasil, onde fez sucesso, para o seu descontentamento e incômodo, de apenas Ricardo, foi um goleiro que tinha fama de ser um homem bem informado, inteligente e de boa conversa entre diretores e jogadores. Ele morreu aos 53 anos, no dia 12 de novembro de 2000. A causa da morte não foi divulgada na ocasião.
O saudoso atleta nasceu em 20 de agosto de 1947, em La Plata, na Argentina. Foi casado com a espanhola Pepita, com quem teve uma filha de nacionalidade equatoriana, Marlene.
Iniciou carreira em sua cidade natal, nas divisões de base do Gimnasia Y Esgrima, mas profissionalizou-se somente em 1964, quando foi o terceiro goleiro da Argentina nas Olimpíadas de Tóquio, atrás de Cejas e Marin.
Em 1968, foi vendido para o Rosário Central. Chegou para brigar pela posição ocupada por Andrada, que apesar da má fase, recuperou-se na temporada e foi vendido ao Vasco da Gama, onde mais tarde levaria o milésimo gol de Pelé. Durante essa transição, apareceu o goleiro Carnevalli, que preencheu a vaga deixada por Andrada e deixou Ricardo em situação difícil no clube.
Assim, optou por mudar de time em 1969 e foi defender o Universidad Católica de Quito. E em 1974, o Jalisco, equipe de Guadalajara-MEX, comprou seu passe por 80 mil dólares. Lá, jogou por dois anos, junto de Alcindo e Roberto Dias, até chegar ao Santos de uma maneira bem conturbada, devido problemas na reformulação em seu contrato.
Chegou ao Brasil em circunstâncias especiais, acima do peso e como grande incógnita. O Santos havia vendido o passe do atacante Miranda ao clube mexicano, que para liquidar a dívida, ofereceu Ricardo. A princípio veio apenas para fazer testes, mas o técnico Alfredinho gostou do argentino e recomendou sua contratação em maio de 1976, onde permaneceu até encerrar carreia, em 1978.
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