Competição está marcada para novembro. Foto: Divulgação/Sertões

Competição está marcada para novembro. Foto: Divulgação/Sertões

A organização do Sertões/2020, competição que está marcada para 7 a 15 de novembro em sua 28ª edição, adiada que foi em razão da pandemia do novo coronavírus (o período original era entre 14 e 23 de agosto), apresentou no começo da tarde da última segunda-feira (1) um novo parceiro durante a coletiva virtual realizada com a imprensa especializada: a multinacional francesa Motul.

A empresa do setor de lubrificantes firmou contrato pelo período de dois anos e será "Title Sponsor" na categoria Self, destinada aos pilotos de moto que competem sem qualquer auxílio mecânico, ou seja, os próprios condutores das motos é que são os responsáveis pela manutenção do equipamento e fazem as etapas da maneira mais espartana possível, dormindo em barracas (não é permitido que se acomodem em hotéis ou motorhomes), podendo contar apenas com ajuda de outros pilotos. 

A organização do Sertões fornece apenas o socorro e a assistência médica, transporte das bagagens de cada um, além das planilhas e da cronometragem. Com apoio da Motul, os pilotos da categoria Self terão um “parque” para que possam acomodar suas barracas.

A coletiva, mediada pelo jornalista Mario Andrada, contou com as presenças de Joaquim Monteiro (CEO do Sertões) e Guillaume Pailleret (CEO da Motul).

“A Motul chega ao Sertões com anos de experiência. Vamos aprender com eles, inovar juntos e trabalhar em equipe para o fortalecimento do Sertões como marca e como prova. Na Self, com o apoio da Motul a categoria sobe de nível e se consagra como a porta de entrada para quem busca uma aventura incrível”, frisou Joaquim Monteiro.

“É o coroamento de uma relação que foi sendo construída ao longo do tempo. Começamos apoiando equipes e pilotos, estivemos desde começo ao lado da Self, que cresceu, encorpou e virou uma categoria dentro da prova. E, a partir deste ano, Motul e Sertões estão juntos e misturados. A Self é o off road em sua essência. Preservamos esse espírito, mas vamos dar um pouco mais de condição para os pilotos mostrarem sua habilidade e resiliência”, destacou Guillaume Pailleret.

Em vários momentos da coletiva, foi mencionada a questão da pandemia do novo coronavírus, inclusive o papel social da competição, levando assistência médica de qualidade para as cidades que estão na rota do rali, bem como a injeção de recursos que cada uma destas cidades recebe diariamente, valor estimado em R$ 1 milhão, segundo Joaquim Monteiro.

Mario Andrada lembrou um dos aspectos mais gratificantes para a organização, que com sua equipe de oftalmologistas disponibiliza consultas e fornece óculos às pessoas atendidas durante o Sertões, moradoras das cidades que recebem o rali. Até uma sessão de cinema é organizada para que, sobretudo as crianças, que sequer sabiam que tinham um problema de visão, possam enxergar um mundo diferente.

A competição começa por São Paulo (7 de novembro) e termina em Vila Preá (15 de novembro), nas proximidades do Parque Nacional de Jericoacoara, no Ceará.


     

 

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