Renato comemora gol do Flamengo contra o São Paulo. Foto: Flickr/Flamengo

Renato comemora gol do Flamengo contra o São Paulo. Foto: Flickr/Flamengo

Eu me rendo! Não vou esperar mais grandes vitórias do Flamengo (já são quatro triunfos em quatro partidas, com 15 gols marcados e apenas dois sofridos) para admitir que errei feio na previsão de que Renato Gaúcho não daria certo no Rubro-Negro. Cheguei até a escrever que Portaluppi não chegaria a comer panetone na Gávea. Que vergonha… 

Quando da chegada de Renato, citei que ele não seria o gênio tático que o Fla precisaria para voltar a jogar o futebol que encheu os olhos da América do Sul em 2019. Mas, com tantos bons, experientes e inteligentes jogadores, não percebi que o Mengão estava precisando mais de um cara que tivesse a capacidade de evoluir os valores individuais disponíveis no estrelado elenco rubro-negro do que um “gênio da tática”, que em muitas vezes sacrifica seus craques em nome de seu ideal futebolístico. 

E isso claramente aconteceu nas passagem de Domènec Torrent e de Rogério Ceni no Flamengo. Jogador bom de bola, o que não falta no Flamengo, não gosta de se sentir preso a um esquema de jogo. Quer jogar livre, leve e solto, como Renato tem deixado as estrelas da Gávea. E tem dado muito, mas muito certo mesmo. 

Como fui ao não acreditar no sucesso de Renato no Fla quando de sua chegada, pode ser que esteja sendo novamente apressado. Mas a sensação que tenho no momento é que o maravilhoso Mengão de 2019 está de volta! E agora, quem segura? 

 

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