Muito criticado após derrota humilhante para o Bayern da Liga dos Campeões, Barça não investiu como se esperava em reforços. Foto: Facebook/Reprodução

Muito criticado após derrota humilhante para o Bayern da Liga dos Campeões, Barça não investiu como se esperava em reforços. Foto: Facebook/Reprodução

Quando se encerrou a temporada 2019/20 com a histórica e humilhante goleada do Bayern de Munique sobre o Barcelona por 7 a 2, um tema virou prioridade no clube espanhol: reformulação. A derrota que quase levou o Barça a perde Messi escancarou a necessidade de modificar muita coisa dentro do clube, buscar reforços e tornar a equipe competitiva novamente.

Veio a janela de transferências do futebol europeu e o Barcelona passou longe de ser protagonista no mercado da bola.

A transformação que muitos esperavam e especulavam começou com a demissão do técnico Quique Setién, que deu lugar ao holandês Ronald Koeman. Acostumado a muitas vezes agitar o mercado, o clube catalão apresentou alguns poucos reforços em grande alarde e abriu mão de algumas peças.

Pela porta de chegada entraram Pjanic, volante ex-Juventus, Francisco Trincão, atacante de 20 anos que pertencia ao Braga, de Portugal, e o lateral Sergiño Dest, ex-Ajax. Nomes especulados como Memphis Depay, do Lyon, e Lautaro Martínez, da Inter de Milão passarão longe do Camp Nou. Diante desse cenário, o técnico Koeman iniciou a temporada apostando num velho conhecido da torcida catalão: o brasileiro Philippe Coutinho, que estava emprestado ao Bayern de Munique, retornou ao Barça, ganhou a confiança do novo treinador e iniciou bem a temporada.

Por outro lado, saíram referências do elenco como Ivan Rakitic (para o Sevilla), Luis Suárez (Atlético de Madrid), Arturo Vidal (Inter de Milão), além de Nelson Semedo (Wolverhampton), Todibo (Benfica) e Cuenca (Villarreal). Com essas transações, o Barça arrecadou menos de 35 milhões de euros.

A timidez barcelonista no mercado de transferências, mesmo necessitando passar por uma grande reformulação, pode ser explicada por questões financeiras. O clube apresentou as contas da última temporada e comunicou um prejuízo de 97 milhões de euros. Por conta da pandemia, segundo balanço divulgado, o Barça deixou de arrecadar 192 milhões de euros.

Real Madrid também tem desempenho tímido

Outro clube acostumadíssimo a ser protagonista no mercado da bola, o Real Madrid também teve desempenho discreto na janela de transferências. Atual campeão espanhol, os merengues não terminaram a última temporada tão criticados quanto o clube rival e foi mais econômico que o Barça: o clube da capital espanhola não investiu em reforços. Pelo contrário, o time de Zidane ainda abriu mão, por exemplo, do atacante Gareth Bale, liberado para o Tottenham.

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