Neozelandês partiu da posição de honra no oval. Foto: IndyCar/Divulgação

Neozelandês partiu da posição de honra no oval. Foto: IndyCar/Divulgação

Há exatos quatro anos, o neozelandês Scott Dixon (Chip Ganassi-Honda) conquistava a pole para 101ª edição das 500 Milhas de Indianápolis, prova que acabou sendo vencida pelo japonês Takuma Sato (Andretti-Honda), que travou uma disputa eletrizante com o brasileiro Helio Castroneves (Penske-Chevrolet) na parte final no oval mais famoso do mundo.

Helinho completou a corrida na segunda colocação e o britânico Ed Jones ficou em terceiro. Tony Kanaan (Chip Ganassi-Honda) foi o quinto.

Aliás, Sato voltou a vencer as 500 Milhas de Indinápolis na edição de 2020.

Estreando na Indy, o espanhol Fernando Alonso, que na ocasião abriu mão de disputar o GP de Mônaco de Fórmula 1 pela McLaren-Honda, competiu justamente pelo time formado pela McLaren nas 500 Milhas e fez bonito na classificação, conquistando o quinto lugar no grid, partindo da segunda fila (nas 500 Milhas são três carros por fila).

Alonso chegou a liderar a prova, mas abandonou a 21 voltas para o final, quando foi traído por uma quebra no motor Honda, mesmo fabricante que equipava seu carro na Fórmula 1. Aliás, era equipamento na Fórmula 1 enfrentava problemas de confiabilidade, bem diferente do que acontece hoje, alocado aos carros da Red Bull e AlphaTauri.

NA CORRIDA, ACIDENTE FORTE COM DIXON

Se na classificação tudo foi perfeito para Scott Dixon, na corrida a dinâmica foi bem diferente.

Na volta 53, Jay Howard tocou no muro, perdeu velocidade, veio para o meio da pista e Scott Dixon o acerto em cheio. O carro de Dixon decolou e bateu perigosamente de lado na proteção lateral, è esquerda, felizmente sem ferimentos ao piloto.

Entrada do pace-car e interrupção da prova na volta 56. Todos os carros foram para o pit-lane para que os carros e detritos fossem recolhidos, o asfalto limpo e o alambrado consertado.

Dixon segue na Indy pela mesma equipe, a Chip Ganassi, e lidera o campeonato de 2021 com 176 pontos, 13 à frente de seu companheiro de equipe, o espanhol Álex Palou.

A PROVA EM 2021

As 500 Milhas de Indianápolis deste ano estão marcadas para o dia 30 de maio.

No próximo sábado (22) serão conhecidos aqueles que partem do décimo ao 30º lugares. No domingo (23), serão definidas as posições dos nove primeiros colocados. Ainda no domingo, serão conhecidos os três últimos classificados, no chamado "Bump-Day".

Como estão inscritos 35 carros, dois deles não conseguirão obter classificação, lembrando que nas 500 Milhas de Indianápolis quem se classifica é o carro. Assim, a equipe pode obter um tempo com um piloto e passar seu carro para um outro. Três brasileiros estão inscritos para a prova: Helio Castroneves (Meyer Shank Racing), Tony Kanaan (Chip Ganassi) e Pietro Fittipaldi (Dale Coyne).

GRID PARA AS 500 MILHAS DE INDIANÁPOLIS DE 2017 (NOVE PRIMEIROS COLOCADOS)

O TREINO QUE DEFINIU A POLE

Os nove pilotos que se qualificaram no chamado "Fast Nine", foram à pista na ordem inversa das posições que conquistaram na sessão anterior, assim, Marco Andretti foi o primeiro a estabelecer sua marca, com média de 230.474 mph.

Em seguida, Tony Kanaan tomou a dianteira mas a alegria do brasileiro durou apenas até Fernando Alonso percorrer suas quatro voltas no mais famoso oval do mundo. O espanhol, naquela altura, era o líder, com 231.300 mph.

Depois foi a vez de Will Power, mas o australiano não foi melhor que nenhum de seus concorrentes.

O quinto a buscar sua classificação foi Alex Rossi, o vencedor da prova do ano anteiror. E o norte-americano mostrou velocidade. Com 231.487 mph, superou a marca de Alonso e subiu para o topo da tabela.

J.R.Hildebrand veio na sequência e cumpriu um bom papel para ficar com a terceira colocação, tirando Tony Kanaan da primeira fila.

Sétimo a entrar na pista, Scott Dixon fez 232.164 mph para assumir o primeiro lugar, restando as voltas de Takuma Sato e Ed Carpenter.

O japonês fez uma primeira volta mais rápida que Dixon, mas caiu de rendimento na segunda e nas outras duas, mas ainda assim ficou com o terceiro lugar.

Por fim, Ed Carpenter foi à luta para tentar tirar Dixon da pole, mas não conseguiu. Ele fez suas quatro passagens com a média de 231.664 mph, performance que lhe garantiu o segundo lugar.

Assim, a primeira fila ficou com: Scott Dixon, Ed Carpenter e Alex Rossi. Na segunda fila, Takuma Sato, Fernando Alonso e J.R.Hildebrand.

A terceira fila contou com Tony Kanaan, Marco Andretti e Will Power.

Fernando Alonso obteve a média de 231.300 MPH e garantiu o lugar do meio da segunda fila, em quinto lugar. Foto: IndyCar/Divulgação

 

 


      

  

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