Essa história foi contada pelo próprio Mestre, com Flávio Prado, Luis Carlos Quartarollo, Mauro Nóbrega, Rogério Assis, Freddy Júnior e eu como testemunhas.

Em 1938, em Florença, pertinho de Arezzo, onde nasceu o comentarista Claudio Carsughi, Hitler e Mussolini desfilavam em carro aberto.

O menino, então com 6 anos, também estava na calçada da Via de Tornabuoni, ao lado do pai, o italiano Odoardo, e da mãe, a brasileira Marina.

Aí, contou-me Carsughi na Rádio Jovem Pan, ouviu-se um grito em alemão: “Stoppen [pare]”. Foi quando o ágil Odoardo Carsughi registrou o momento em que Hitler fixou seu olhar no menininho: “Mussolini, fotografe, quero esse garoto como símbolo de nossa união em outdoors por toda a Itália e Alemanha!”.

Hitler apertou a bochecha do Mestre e perguntou seu nome.

“Claudio, Claudio Carsughi”.

Em seu relato espontâneo sobre o fato histórico, lembram as testemunhas Luis Carlos Quartarollo, Freddy Júnior, Flávio Prado, Mauro Nóbrega e Rogério Assis, Carsughi só lamentou sua clamorosa decepção pela campanha publicitária de Hitler não ter sido veiculada “porque a verba não foi liberada pela propaganda do pão-duro do Duce”.

Claudio, menino, com os pais Odoardo e Marina, na praia de Viarregio, na Toscara, Itália. Foto: arquivo pessoal de Claudio Carsughi

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