Líder isolado no Brasileiro, Galo está perto da final da Copa do Brasil. Foto: Pedro Souza/Atlético

Líder isolado no Brasileiro, Galo está perto da final da Copa do Brasil. Foto: Pedro Souza/Atlético

Encarar o Atlético-MG hoje é das missões mais difíceis que as equipes encontram no futebol brasileiro. Intenso, veloz, com variação e muita talento individual, o Galo é um rolo compressor cada vez mais forte. E toda equipe que enfrentar o time de Cuca “de peito aberto” terá enormes chances de terminar a partida amassado.

Hoje, nenhuma equipe, absolutamente nenhuma, nem mesmo o poderoso Flamengo, tem capacidade de encarar o Atlético na base da “trocação franca”.

Óbvio que o Galo não é um time imparável. O Palmeiras mostrou isso nas semifinais da Libertadores. Mas para neutralizar os mineiros, o time de Abel Ferreira fez exatamente o oposto da “trocação”. O Verdão deu a bola ao Galo, se fechou, picotou o jogo, marcou forte, jogou compacto e contra-atacou. Ainda assim sofreu, mas conseguiu dois resultados que serviram para eliminar o adversário.

Partir para a “briga de rua” com o Galo é suicídio. Aconteceu com o Fortaleza na noite da última quarta-feira (20), no Mineirão, no jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil. A equipe de Vojvoda arriscou, tentou jogar de igual para igual e com muita coragem. Louvável, claro. Mas não aguentou.

Quem quiser parar o Atlético (no Brasileirão parece que a conta está cada vez mais liquidada, mas ainda resta a Copa do Brasil) tem duas alternativas: ou se fecha num verdadeiro ferrolho, como fez o Palmeiras; ou tira a bola do Galo, e assume o protagonismo das ações na partida, com a responsabilidade de não cometer erros, que seriam fatais diante dessa equipe.

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