Promotor do caso disse não haver indícios suficientes para indicar Robson Bambu. Foto: Rodrigo Coca/Ag Corinthians

Promotor do caso disse não haver indícios suficientes para indicar Robson Bambu. Foto: Rodrigo Coca/Ag Corinthians

O Ministério Público de São Paulo pediu arquivamento do inquérito policial sobre suposto estupro cometido pelo zagueiro Robson Bambu, do Corinthians. Segundo o promotor responsável pelo caso, Márcio Takeshi Nakata, "não há indícios suficientes nem justa causa para a deflagração de ação penal contra os investigados".

Foram ouvidos funcionários da balada e do hotel em que Robson Bambu e Wellington, um amigo dele conhecido como Pezinho, estiveram com a denunciante e uma amiga dela, além do motorista do carro de aplicativo que levou as mulheres embora.

“Ante todo esse contexto probatório, ainda que haja a palavra da vítima, afirmando ter sido abusada sexualmente, os demais elementos probatórios colhidos durante a investigação não se harmonizam com a versão da vítima, seja a primeira ou a segunda versão”, afirma Márcio Takeshi Nakata em contato com o GE.

“A sua amiga (nome omitido pela reportagem) não presenciou os fatos; apenas ouviu a vítima dizer que fora abusada sexualmente. Nenhuma das testemunhas ouvidas percebeu que a vítima (nome omitido pela reportagem) estivesse embriagada no momento da chegada ao hotel, tendo inclusive sua amiga apresentado versões contraditórias nesse ponto”, completou.

Com a posição do MP, um juiz poderá concordar com a decisão e promover o arquivamento ou discordar e remeter os autos ao procurador geral, que poderá oferecer a denúncia; indicar outro promotor; insistir no pedido de arquivamento.

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