Amorim sofreu infarto fulminante em sua casa, no Rio de Janeiro-RJ

Amorim sofreu infarto fulminante em sua casa, no Rio de Janeiro-RJ

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Paulo Henrique amorim, um dos jornalistas mais conhecidos do Brasil, morreu na manhã desta quarta-feira (10), aos 76 anos, no Rio de Janeiro-RJ, vítima de infarto fulminante. Amorim trabalhava desde 2003 na Rede Record, mas tinha sido afastado da apresentação do “Domingo Espetacular” recentemente pela cúpula da emissora paulista.

Amorim começou a trabalhar como jornalista no jornal "A Noite", no Rio de Janeiro, em 1961, cobrindo a renúncia do então presidente Jânio Quadros.

Trabalhou por um longo período nos Estados Unidos, mais precisamente em Nova Iorque, primeiro para a Revista Veja e depois para a Rede Globo, como correspondente internacional.

Demitido em 1996 pela Globo, no ano seguinte assumiu o "Jornal da Band" e o programa "Fogo Cruzado", ambos na Rede Bandeirantes de Televisão, onde permaneceu até 1999, quando foi demitido por abandono de emprego, após ter protestado por intervenção no jornal que apresentava.

Em 1999 foi contratado pela TV Cultura de São Paulo, apresentando o programa "Conversa Afiada", ficando na emissora estatal até 2002.

Foi contratado pela Rede Record em 2003, onde apresentou o programa "Domingo Espetacular". Por motivos políticos, Paulo Henrique Amorim foi afastado pela emissora paulista poucos dias antes de sua morte.

Além da televisão, Amorim também tinha um blog, o Conversa Afiada, que estreou em 2003.

Ao longo de sua carreira acumulou diversas desavenças, entre elas com os jornalistas Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo, Heraldo Pereira, os políticos Tasso Jereissatti e José Serra e o juiz Gilmar Mendes.

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