Jackie Stewart venceu o GP de Mônaco há 54 anos, na abertura da temporada. Foto: Divulgação

Jackie Stewart venceu o GP de Mônaco há 54 anos, na abertura da temporada. Foto: Divulgação

O próximo domingo (5) marcará a quebra de um jejum na Fórmula 1, que desde 1966 não tem uma temporada começando pelo território europeu.

Por conta da pandemia do novo coronavírus, diversas corridas foram canceladas e outras adiadas, fazendo com que o GP da Áustria abra o calendário de 2020.

Assim, será a primeira vez em 54 anos que a F1 começará pela Europa. A última foi em 22 de maio de 1966, dia em que o escocês Jackie Stewart, pela extinta BRM, venceu a prova nas ruas do Principado de Mônaco, que por sinal foi uma das etapas canceladas em 2020.

Aquela foi a segunda vitória de Stewart na F1. No ano anterior, também com BRM, ele ganhou o GP da Itália, em Monza.

O FAVORITO QUEBROU...

Jim Clark, da Lotus, campeão da temporada anterior, largou na pole mas logo na partida enfrentou problemas de câmbio, caindo para o fundo do pelotão. Ele fazia uma boa prova, recuperando posições, mas acabou abandonando com uma quebra na suspensão no giro 60, em uma corrida cujo campeão daquela temporada (o australiano Jack Brabham, com Brabham-Repco), também não completou, com falha na caixa de câmbio.

Ao lado de Jackie Stewart no pódio, o italiano Lorenzo Bandini (Ferrari) e o britânico Graham Hil (BRM), segundo e terceiro colocados, respectivamente. Aliás, apenas mais um piloto conseguiu completar a exigente prova de 100 voltas no mais famoso traçado urbano do mundo, o norte-americano Bob Bondurant (BRM), cinco voltas defasado em relação ao vitorioso Stewart.

Jackie Stewart, observado por sua esposa Helen, acena para o público após vencer o GP de Mônaco de 1966, etapa que abriu a temporada daquele ano. Foto: Divulgação

TEMPORADA DE 1966, APENAS NOVE CORRIDAS

Por enquanto, apenas oito etapas estão confirmadas no calendário de 2020 divulgado pela FIA, todas na Europa, uma a menos do que em 1966, ano com duas provas além dos limites do Velho Continente: Estados Unidos e México.

Depois do GP de Mônaco, os outros oito de 1966 foram: Bélgica (Spa-Francorchamps); França (Reims-Gueux); Grâ-Bretanha (Brands Hatch); Holanda (Zandvoort); Alemanha (Nurburgring); Itália (Monza), Estados Unidos (Watkins Glen) e México (Hermanos Rodriguez).

NO ANO SEGUINTE...

De 1967 em diante, a F1 sempre começou fora do território europeu. África do Sul, Argentina, Brasil e Austrália tornaram-se as corridas de abertura das temporadas ao longo das últimas décadas. 

CURIOSIDADE SOBRE OS NÚMEROS DOS CARROS...

Os três primeiros colocados do GP de Mônaco de 1966, Stewart, Bandini e Hill, utilizavam, respectivamente, os números 12, 16 e 11.

No atual grid da F1, o número 12 não é utilizado por nenhum piloto. O numeral 16 é do monegasco Charles Leclerc (Ferrari) e o 11 estampa a Racing Point do mexicano Sergio Pérez.


     

 

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