Os juízes cruzaram os braços no minuto de silêncio para demonstrar sua, e nossa, indignação contra a pizza servida no tribunal

Os juízes cruzaram os braços no minuto de silêncio para demonstrar sua, e nossa, indignação contra a pizza servida no tribunal

Na tarde deste domingo, o jogo entre Inter e Lajeadense contou com um protesto do quarteto de arbitragem contra a punição considerada branda no episódio de racismo com Márcio Chagas da Silva.

Os juízes cruzaram os braços no minuto de silêncio para demonstrar sua, e nossa, indignação contra a pizza servida no tribunal.

Foram muito aplaudidos.

Míseros cinco jogos sem mando de campo e uma multa irrisória para o Esportivo são sanções que mostram a frouxidão da justiça desportiva brasileira, sempre encorajando a continuidade de atos que apenas diminuem a dimensão do que deveria ser um espetáculo de futebol.

Em tempo: Por um momento achei que o minuto de silêncio era pela camiseta amarela (3º uniforme) que o Inter estava usando.

Abel Braga fez seu último teste da temporada misturando seus jogadores reservas. 

O primeiro tempo do jogo me deu sono.

O Inter começou bem nos primeiros 15 minutos, depois deu espaço ao adversário que por pouco não marcou com um erro do nosso goleiro Muriel, que depois viria a se recuperar. O atacante Caio não entrou bem,  me fazendo relembrar da bela atuação dele no Harlem Shake colorado.

Na verdade, esse "rapazinho" é um dos maiores mistérios do futebol brasileiro. Imaginei um ataque com Caio e Lenny.

Senti medo.

Sasha entrou muito bem no jogo, aliás, é difícil ele não entrar bem. Foi o melhor em campo junto com Alan Ruschel, que deu apoio excelente ao time na lateral. Mas ainda não é melhor que Fabrício. No entanto, como é bom ver um lateral com disposição e velocidade. Alan tem jeito de que será uma das boas surpresas do ano. 

E o Wellington Paulista?

Marcou um gol e virou vice-artilheiro do Inter no Campeonato Gaúcho com 4 gols. Será que vai vingar?

Entre as incertezas do período de testes proposto por Abel, alguns nomes parecem ter aproveitado sua chance, outros, definitivamente demonstraram não ter condições de jogar pelo Inter. Porém, um terceiro grupo permanece no limbo.

E pode acreditar, é o grupo mais promissor presente no clube.

Sim, Abelão novamente travou os jovens e não permitiu uma avaliação concreta das duas maiores promessas do time: Murilo, veloz meio campista pela esquerda com drible e inteligência, autor do passe para o gol da vitória, e Aylon, que após gols e excelentes exibições no início do campeonato, ganhou como presente a obscuridade do banco de reservas.

Ele acorda pela manhã e sabe que será reserva do Caio, e isso não deve fazer bem para ninguém.

Difícil entender o que passa na cabeça do comandante colorado nesse aspecto.

Por que testar novamente atletas que jamais deram certo em lugar algum?

Por qual razão brecar jovens promissores e que precisam de minutos dentro de campo para um melhor desenvolvimento de suas habilidades?

Fechamos a primeira fase com a missão cumprida.

Primeiro lugar no geral, garantia de todas as decisões no Beira-Rio, e um cheiro de título começando a surgir devagarinho. Mas tenho de lançar um alerta.

Esse Gauchão, o chamado "me engana que eu gosto", não significa absolutamente nada para a construção de um time.

Rumo ao domínio regional novamente, mas sem qualquer  tipo de euforia. O caminho em 2014 será novamente tortuoso ao que parece e a torcida terá que empurrar a "barca" na base do grito!

 

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