Sumiram os clássicos meias de ligação de qualidade do futebol. Foto: reprodução

Sumiram os clássicos meias de ligação de qualidade do futebol. Foto: reprodução

Mudanças transformam o futebol, a modernidade chamada sistema.

O futebol mudou muito e perdeu aquela forma clássica de meias armadores normalmente diferenciados, de ter um jogador com menos participação no jogo, mas com aquele toque diferenciado e decisivo.

Hoje, o aspecto físico e o esquema tático estão se sobrepondo a qualidade técnica de outros atletas, outras posições são muito mais valorizadas e preparadas pelo sistema chamado treinador de futebol

Quem faz isso hoje no Brasil?

Hoje no futebol brasileiro quem é o 10 de verdade? Difícil, né? Citando alguns da atualidade moderna do futebol, está cada vez mais difícil encontrar quem faça isso hoje no Brasil?

Certamente o sistema incluí a iniciação, a base. As equipes de base de um determinado clube já usam um padrão do time de cima, o garoto já chega "preparado" para as modernas funções táticas. 

Mas hoje, seria por exemplo seriam Jadson, mas pouco vem jogando no Corinthians e Diego contundido no Flamengo.

E confesso que foi difícil esta busca seleta nos clubes, o tal do camisa 10.  Outros, Cazares (Atlético-MG), Thiago Neves (Cruzeiro), Soteldo (Santos), Paulo Henrique Ganso (Fluminense) e o veterano D´Alessandro (Internacional) .

A mística camisa 10

No Brasil assim foi criado a mística 10, um paradoxo, o oposto do que alguém pensa ser a verdade, muito mais que apenas um número de camisa, mas o jogador diferenciado da equipe.

Rei Pelé não vale, é Hors concours, o maior jogador de todos os tempos inventou a camisa 10. E quem mais? Então para matar saudades de alguns destes maestros:

Rivellino, Zico, Dirceu Lopes, Ademir Da Guia, Aílton Lira

Rivaldo, Kaká, Ronaldinho Gaúcho.

 

 

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