E como é raro encontrar um verdadeiro camisa 10, "Memória" faz homenagem hoje a dois maravilhosos jogadores que mereceram vestir o manto com o número que representa o talento, a diferença, o gol, o lançamento, a categoria: Chinesinho e Ademir da Guia. Ademir aparece aqui em três momentos. Acima, a única vez em que o Divino aparece em pé em uma formação de time de futebol. Antigamente, goleiro, zagueiros e volantes posavam sempre em pé, enquanto os atacantes e meias sempre sorriam para as câmeras agachados. Portanto, a foto acima é emblemática e prova o tanto que Chinesinho, então dono da camisa 10 do Verdão, era bom de bola. Como Ademir, em 1962, havia acabado de chegar do Bangu e já arrebentava nos treinos, foi escalado como volante na ocasião em que esta foto foi tirada, no Pacaembu. Então, olhe bem, curta e saboreie o gênio loiro em uma posição "tão estranha". Em pé vemos Valdemar Carabina, Valdir Joaquim de Moraes, Ademir da Guia, Aldemar, Tiburcio e Jurandir. Agachados estão Gildo, Américo Murolo, Vavá, Chinesinho e Geraldo José. O mascote que está segurando a bola de capotão é Mauro Beting


Acima, o ponta-esquerda Pio, o garotinho Alexandre (filho de Pio) e Ademir da Guia, em Araraquara, em 1971


Na última foto, de 1963, mais um Palmeiras com o Divino, agora na verdadeira função: meia-esquerda. Em pé: Djalma Santos, Valdir, Tarciso, Djalma Dias, Zequinha e Geraldo Scotto. Agachados: Gildo, Vavá, Servílio, Ademir da Guia e Bececê, que chutava forte como um coice de mula

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