Depois da grande atuação diante do Brasil, esperava-se mais da Noruega diante da Inglaterra. Haaland e cia. tiveram atuação discreta e acabaram sucumbindo na prorrogação. Que essa geração de ouro do futebol norueguês volte ainda mais forte em 2030.
Verdade que é tarefa das mais complicadas enfrentar a maravilhosa seleção francesa. Mas também é verdade que Marrocos deixou a sensação de que poderia ter feito algo mais nas quartas de final. Faltou coragem e faltou acreditar que era possível conseguir algo a mais nesta Copa.
Apontada como uma das favoritas à Copa, a equipe lusitana deixou muito a desejar. Ficou atrás da Colômbia na primeira fase, passou com dificuldade pela Croácia e foi limada pela Espanha nas oitavas. Fim melancólico para o time de Cristiano Ronaldo.
Carlo Ancelotti foi muito infeliz em sua jornada diante da Noruega. O Brasil não fazia um jogo ruim, mas, em um dos momentos de domínio da equipe brasileira, o italiano colocou Neymar em campo e “matou" seu time. Imperdoável! Certo, Haaland?
Não foi uma surpresa, pois os Estados Unidos eram, de fato, os favoritos no confronto, mas o time bósnio teve uma chance de equilibrar o jogo quando perdia por 1 a 0 e ficou em vantagem com a expulsão do norte-americano Balogun. Mesmo assim, ao invés de conseguir o empate, sofreu o segundo gol...
Foi ilusória a vitória diante da Alemanha na fase de grupos, que claramente tirou o pé na última partida daquela fase, A equipe sul-americana não ofereceu nenhuma resistência ao México e se despediu da Copa do Mundo.
Danilo fazia uma Copa discreta, mas segura. Até cometer o erro que mudou completamente o primeiro tempo contra o Japão. O passe errado que originou o gol de Sano colocou o Brasil em uma situação delicada e obrigou a seleção a correr atrás do prejuízo. A virada evitou que o lateral saísse como o grande vilão da Copa, mas o lance serve de alerta. Ancelotti precisa avaliar se o camisa 13 deve mesmo ser tratado como titular absoluto daqui para frente.
Mais um vexame da Celeste em Copa do Mundo, sem conseguir passar da fase de grupos. O outrora protagonismo de nossa rival eterna (o que aconteceu na final da Copa de 50 jamais será esquecido), deu lugar a um sombrio cenário, com jogadores comuns que não vem honrando a tradição do selecionado.
Dar a "Bola Murcha" para o selecionado alemão, convenhamos, não é algo habitual. Porém, ainda que tenha terminado em primeiro lugar no seu grupo, a derrota de virada para o Equador deixa uma enorme pulga atrás da orelha acerca do real potencial do sempre candidato ao caneco time tedesco.