Os arqueiros do Palmeiras e do São Paulo, respectivamente. Foto: Reprodução

Os arqueiros do Palmeiras e do São Paulo, respectivamente. Foto: Reprodução

Todo mundo esperava muito mais do Choque-Rei que marcou o início da fase quartas de final da Libertadores da América. Apesar dos dois gols, que saíram apenas no segundo tempo - e de maneira lotérica - o duelo entre são-paulinos e palmeirenses foi tão empolgante quanto assistir “Viola, Minha Viola” ao lado da vó na manhã de domingo. 

Mais uma vez, vimos a velha máxima de Luxemburgo, que gosta de repetir por aí que “o medo de perder tira a vontade de ganha”, em ação. Tanto Abel Ferreira quando Hernán Crespo foram tão medrosos durante os 90 minutos do duelo que temos até que agradecer pelo placar em 1 a 1, pois o resultado mais justo seria 0 a 0. 

Bem, mas o que esse primeiro Choque-Rei escancarou mesmo foi a diferença que um grande goleiro faz em momentos decisivos. Weverton, para mim o melhor goleiro brasileiro da atualidade, fez pelo menos quatro defesas difíceis durante os 90 minutos da partida, sendo eleito pela Conmebol com o melhor homem em campo. 

Já o pior jogador do duelo, para mim, estava no gol do time adversário. Tiago Volpi pouco foi acionado durante a partida. E, em uma falta ridiculamente distante, armou porcamente a sua barreira e pulou na bola chutada por Patrick de Paula parecendo que tinha dois paralelepípedos amarrados aos pés. Foi constrangedor. 

O Choque-Rei escancarou o quanto um grande goleiro faz a diferença em jogos decisivos. Já Tiago Volpi, com sua falha bisonha, colocou o Palmeiras como grande favorito para chegar às semifinais da Libertadores, que ainda conta com gol qualificado fora de casa. 

 

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