Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Os primeiros jogos de Renato Gaúcho como técnico do Flamengo foram mágicos. O Mengão venceu as suas oito partidas iniciais sob o comando de Portaluppi de forma avassaladora, marcando em seus rivais incríveis 27 gols e sofrendo apenas quatro. E a pergunta que não parava de martelar a opinião pública era: “e quando a primeira derrota acontecer, como a equipe reagirá?”.

E o revés aconteceu no último domingo (8), de uma das piores maneiras possíveis. Goleada sofrida para o Internacional, que não vinha bem das pernas, em casa, pelo placar de 4 a 0. Após o jogo, muitos decretaram que ali começaria a derrocada rubro-negra, já que “tudo que sobe rápido demais acaba caindo na mesma velocidade”.

Mas, na última quarta-feira (11), no importante duelo contra o Olímpia, fora de casa, pelas quartas de final da Libertadores, o Flamengo provou que a goleada sofrida diante do Colorado deve ter sido mesmo um mero acidente de percurso.

E não apenas pelo placar de 4 a 1. Mas também pelo rendimento da equipe em campo. O Fla jogou DEMAIS! O trio Bruno Henrique, Gabigol e Arrascaeta enche os olhos e, pelo andar da carruagem, o time da Gávea seguirá empilhando goleadas na temporada.

E quem na América do Sul poderia frear este maravilhoso Flamengo em um mata-mata? Hoje, só vejo duas equipes com tal potencial. O Palmeiras, que vem de um longo e consistente trabalho de Abel Ferreira, e o Atlético-MG, que está querendo se tornar o “PSG das Américas”.

Os demais times só terão chances mesmo em “acidentes de percurso” como o ocorrido no último domingo no duelo entre Fla e Inter.

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