Abel Ferreira, técnico do Verdão. Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Abel Ferreira, técnico do Verdão. Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

A manchete desta coluna pode parecer óbvia para alguns. Mas, aparentemente, ainda tem gente que não percebeu que está quase impossível bater de frente com o Palmeiras de Abel Ferreira em mata-mata. Por isso, se eu tivesse dinheiro - e alguma coragem - apostaria uma bolada no tetra do Verdão nesta temporada. 

E não apenas pela fase vivida pelo Alviverde. Mas também pela falta de confiança em seus rivais na briga pelo título. Flamengo e Galo, que têm elencos até melhores que o do Palmeiras, não engrenam; o Boca está banguela há tempos; o River segue em decadência; falta perna ao Corinthians; e é loucura imaginar que uma equipe de fora de Brasil ou Argentina possa eliminar a “seleção” de Abel.  

Por isso, para mim, é questão de tempo para que o Palmeiras se torne o primeiro brasileiro a conquistar quatro vezes a Libertadores. E o primeiro a vencer o torneio continental três vezes seguida. 

Este pode não ser o melhor Palestra da história. Mas creio que em momento algum vimos um Palmeiras sobrar tanto diante de seus rivais quanto este que acompanhamos agora. 

Um prêmio para os fieis palmeirenses que não perderam as esperanças mesmo enquanto viam, alguns anos, atrás a camisa verde sendo usada por nomes como Adriano Michael Jackson, Mazinho “Messi Black”, “Luanel Messi”, Betinho, Pedro Carmona, Wesley, Daniel Carvalho, João Vítor, entre muitos outros. 

 

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