Sylvinho não tem culpa pelo baixo rendimento corintiano nos últimos minutos. Foto: Rodrigo Coca

Sylvinho não tem culpa pelo baixo rendimento corintiano nos últimos minutos. Foto: Rodrigo Coca

Já escrevi algumas vezes neste espaço que, apesar das enormes limitações financeiras, o Corinthians precisa urgentemente buscar oportunidades no mercado da bola para reforçar o seu ataque. E alguns dos últimos jogos deixaram tal necessidade ainda mais escancarada. 

Vejam que o Timão tem conseguido até que jogar bem nos primeiros tempos dos duelos. Mas acabou, nos últimos confrontos, sofrendo muito nas etapas finais. Levou a virada do Red Bull Bragantino, tomou enorme sufoco do Sport e, contra o Fluminense, não fosse a discutível expulsão de Abel Hernandes, a equipe de Sylvinho provavelmente teria levado a virada em São Januário (acabou que sofreu apenas o empate). 

E a explicação é essa: Mosquito, o melhor jogador da equipe (e disparado!), tem que correr por dois, enquanto Jô conta evidentemente com enormes limitações físicas. Na etapa final, as pernas de ambos começam a cansar e, sem reposição à altura no banco, Sylvinho se vê obrigado a colocar ou jovens ainda muito inexperientes ou volantes. Aí, naturalmente, a equipe do Parque São Jorge se retrai e acaba sofrendo forte pressão dos rivais. 

E eu sei, é claro, que o Corinthians está vendendo o almoço para comprar o jantar. Mas acontece que o Timão não pode nem sonhar em ser rebaixado para a Série B do Brasileirão. Afinal, se a situação já está complicada com a cota de TV da Série A, imagina como ela ficaria com a reduzida verba destinada aos times que jogam a segundona.

 

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