Paulo Sousa, técnico do Flamengo. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Paulo Sousa, técnico do Flamengo. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

O Flamengo estreou no Campeonato Brasileiro com empate em 1 a 1 diante do Atlético-GO, fora de casa, na tarde do último sábado (9). Após o duelo, o técnico Paulo Sousa analisou o desempenho do Rubro-Negro em Goiânia.  

"Tivemos no início posse, mais capacidade de atacar a profundidade. Só o último passe que não gerou gol. Não cedemos nada ao adversário. Numa segunda parte, tivemos bem melhor na frente, entre os extremos e os volantes. Faltou só um pouco mais de proximidade. Numa precipitação nossa, com passe vertical, onde nossas linhas estão distantes, acabamos por perder a bola e demos oportunidade ao adversário fazer o gol. Tivemos decisões boas, reagimos, Everton entrou muito bem, sendo sempre o homem de superioridade. Criamos bastante, obrigamos a fazer faltas, escanteios, tivemos oportunidades para fazer mais”, disse o treinador. 

Sousa também falou sobre o momento conturbado do Fla, que contou na última semana com um pesado protesto da torcida no CT do clube rubro-negro. 

"A cobrança vai existir sempre num clube grandioso como é o Flamengo. Sempre temos que estar unidos para dar as mãos, com cobrança ou sem. Mas ela existe sempre porque as exigências são altas. Eles também reconhecem porque é a mesma coisa entre um copo meio vazio e meio cheio. Com tudo aquilo que tem acontecido neste mundo, de violência, aproveito para pedir a vocês (imprensa) tomarem consciência e nos ajudarem para que nós, cada vez mais tenhamos que ter responsabilidade e poder para guiar milhões de pessoas. Eu, jogadores e vocês todos são importantes para reconhecer essa responsabilidade e levá-los a um lugar mais seguro, de compreensão, de respeito pelo próximo para que depois esse respeito seja sempre um momento de alegria e festa, mesmo havendo competitividade”, comentou Paulo Sousa. 

"Vejo que temos que estar unidos, passar a mensagem de união, fazer por isso, e temos que ser consistentes no trabalho porque acreditamos nele. É um momento de construção e tudo leva seu tempo. Claro que as vitórias dão mais convicções. O processo é conhecido e a diretoria soube desde o início do que eu precisava, queria e iria fazer. Sempre houve respaldo, do próprio Marco, que reconheceu. Nunca me deu razões para duvidar de sua palavra e por isso estamos no caminho que temos que dar essa mesma consistência para chegar nos mesmos resultados finais”, completou o treinador. 

 

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