Williams do finlandês resistiu ao calor em Adelaide. Foto: Reprodução/Twitter

Williams do finlandês resistiu ao calor em Adelaide. Foto: Reprodução/Twitter

O GP da Austrália de Fórmula 1, que abre a temporada deste ano no próximo domingo (15), entrou para o calendario da categoria em 1985, fechando aquele campeonato que foi vencido pelo francês Alain Prost (McLaren).

O finlandês Keke Rosberg, então na Williams-Honda (turbo), venceu o primeiro GP australiano, que foi disputado no circuito de rua de Adelaide, após largar da segunda fila, em terceiro lugar, e assumir a ponta ainda na primeira volta.

Foi a última de suas cinco vitórias na F1, categoria pela qual conquistou o título de 1982, também pela Williams, mas com motor aspirado da Cosworth. No ano seguinte (1986), pela McLaren, Rosberg conseguiu como melhor resultado um segundo lugar (em Mônaco) e fechou a temporada em sexto lugar, superado em muito pelo seu companheiro de equipe, Alain Prost, que foi o campeão. Ao término de 1986, aos 37 anos, encerrou sua carreira na F1.

LARGADA DISPUTADA ENTRE SENNA E MANSELL

Ayrton Senna (Lotus-Renault), o pole, perdeu a liderança na largada para Nigel Mansell (Williams-Honda), que largou ao seu lado na primeira fila. Mas, em poucos metros, Senna tentou superá-lo e um toque entre os dois beneficiou Rosberg, que foi para primeiro e não perdeu mais a liderança.

MUITOS ABANDONOS, INCLUSIVE DOS BRASILEIROS

No traçado estreito em um dia de muito calor (03/11), com temperatura na casa dos 35ºC e muitas quebras, apenas oito pilotos receberam a bandeira quadriculada. Ayrton Senna, que largou na pole com Lotus-Renault foi um dos que ficou pelo caminho, mais precisamente na volta 62, com um problema no motor, depois de uma prova muito acidentada, passando por cima de zebras e tocando na Williams de Rosberg, o que ocasionou um dano ao bico da Lotus.

Nelson Piquet, que se despedia da Brabham, de saída para a Williams, também não completou a prova, deixando a pista no giro 14, também com uma pane no motor.

No pódio, ao lado de Rosberg, os dois representantes da Ligier, os franceses Jacques Laffite e Phillipe Streiff. Aliás, por pouco a Ligier não ficou sem nenhum carro ao término das 82 voltas, pois Streiff tentou ultrapassar Laffite no penúltimo giro e o choque deixou o carro de Streiff bastante danificado, mas com a boa vantagem sobre a Tyrrell de Ivan Capelli, acabou assegurando-se no pódio, aliás o único de sua carreira, abreviada por um acidente durante os testes da pré-temporada de 1989, em Jacarepaguá (RJ), pela AGS, que o deixou tetraplégico.

O sueco Stefan Johanson (Ferrari) foi o quinto e o austríaco Gerhard Berger (Ferrari) terminou em sexto. Os outros dois que terminaram a prova, o holandês Huub Hothengatter (Osella-Alfa Romeo) e o italiano Pierluigi Martini (Minardi-Motori Moderni).

Keke Rosberg ergue o braço para comemorar sua última vitória na F1, ladeado pelos pilotos da Ligier, Jacques Laffite (à esquerda na foto) e Phillipe Streiff. Foto: Divulgação

 

 

Segundo lugar suado para Jacques Laffite com a Ligier-Renault após ter sido tocado pela outra Ligier, de Phillipe Streiff, na penúltima volta. Foto: Divulgação

 

    

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