Sob o comando do treinador, o Mengão perdeu força e causa preocupação para a final da Libertadores. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Sob o comando do treinador, o Mengão perdeu força e causa preocupação para a final da Libertadores. Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

Não é fácil se manter no topo, isso é verdade. Seguir em alto nível depois que você mesmo estabeleceu um sarrafo elevadíssimo é complicado. Mas está cada vez mais claro que o Flamengo tem mais problemas do que simplesmente não conseguir repetir o máximo que a equipe apresentou nos últimos anos.

O Flamengo de Renato Gaúcho é, de longe, a pior versão desse time desde que esse elenco, com essa base de jogadores, foi montado. Desde 2019, o Fla nunca foi tão pouco competitivo como hoje – vejam, aqui não há uma afirmação de que esse time não é competitivo, porém na comparação com aquilo que já apresentou, esse é o momento menos forte do time.

Hoje o trabalho de Renato no Mengão é pior do que os apresentados por Domenec Torrent e Rogério Ceni, que sucederam Jorge Jesus. A equipe não tem nem de longe a organização que tinha com Ceni, pra ficar no exemplo mais recente.

Não é exagero dizer que essa equipe nesse momento é totalmente dependente dos brilhos individuais. Com Renato, o time perdeu a coletividade, as movimentações intensas e coordenadas que se iniciaram com Jesus, mas que foram mantidas pelos treinadores seguintes.

Com o técnico gaúcho, o Mengão pode até chegar à grande decisão da Libertadores e conquistar o título continental diante do Palmeiras, afinal sobra qualidade no elenco rubro-negro. Mas manter Renato para 2022 seria um erro. Está escancarado para quem quiser ver: Renato não tem nível para tirar o máximo desse elenco.  Nem sempre é fácil trabalhar com “R$ 200 milhões”, amigos. Nem sempre o futebol é tão simples!

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