Foto: Reprodução/Premiere

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Não sou absolutamente nenhuma autoridade para condenar o lateral Rafael Ramos sem provas ou sem a análise de um perito oficial para a elucidação do caso. Mas, como não tenho motivos também para desacreditar da grave acusação de Edenilson - que já jogou no Timão e que conhece boa parte da diretoria alvinegra -, acredito que o time que se diz do povo não deveria fingir que nada está acontecendo.  

E o afastamento não seria exatamente uma punição precipitada ao lateral português. Serviria até para preservá-lo enquanto ele está no olho do furacão e obviamente sem condições psicológicas para continuar com o seu trabalho enquanto é julgado pelo Brasil inteiro. 

Aí, se em alguns dias as autoridades confirmarem que realmente houve a injuria racial, a recisão contratual será até menos traumática do que mantendo o jogador junto com a delegação alvinegra. 

O Corinthians tem um nome a zelar. É claro que não pode condenar um funcionário precipitadamente. Mas também não pode deixar transparecer para a opinião pública que está “passando pano” em uma situação tão extrema quanto essa. 

 

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