Parabéns Muzambinho, há 140 anos berço de grandes comunicadores

Parabéns Muzambinho, há 140 anos berço de grandes comunicadores

Construí toda minha vida através da comunicação. Rádio, jornal, Cerimoniais e internet. Neste ambiente, conheci e convivi com grandes profissionais. Os maiores e melhores dentro do meu convívio e realidade: Milton Neves, Joãozinho Dureza, Helder Moraes (também pode ser chamado de simpatia e humildade), Wellington de Oliveira, Marcus Vinicius Salomão, Alexandre Lemos, Jorge Luiz Gonçalves, os irmãos Lelo e Ike Varoni, Raul Dias Filho (de Cabo Verde para o mundo) e Luiz Gonzaga Mineiro (de Nova Resende para o mundo). Na região, são muitos como Antônio Cláudio Mello (o melhor na atualidade na região), Ivan Mancini, Miguel Filho, Ricardo Dias, Lucineia Vieira, Sandro Buturi, Beto Firmino, Sebastião Vitalino, Carlos Correia, Wilson Melo, Emanuel Vieira, família Zaiat (o lendário Nabi, Ricardo e Rafael), Ney Ácula, Quinzé, Barbosa, Supino, João Cirineu, Marcinho My Boy, Rodrigo Luís, Machadinho, Robinho Gonçalves, Ismael Goulart e muitos outros.

Em Muzambinho, mais algumas dezenas: Alexandra Salomão, Helinho Dipe, Elenilda Santos, Ari Lutero, Saulo Casagrande, Luciano Gonçalves, Jota Maria, Evandro Moreira, Vagner Alves, Regis Policarpo, Edinho Gonçalves, Valéria Vilela, José Carlos de Lima, Jota Dias, Rosangela Silva, Teixeirinha... Enfim, com certeza, faltou citar muitos outros nomes de valor.

Tantos talentos fazem de Muzambinho a "Terra da Comunicação". Pessoas que cantaram a terra natal em outros rincões. Outros que aqui permaneceram, fizeram comunicação e depois "mudaram de ares" por absoluta necessidade, falta de opção ou porque conseguiram formação acadêmica em outras áreas mais promissoras.

O jornalismo, na maioria das vezes, é uma missão ingrata. Muito trabalho, pouco reconhecimento financeiro e inúmeras injustiças. Compramos brigas dos outros e depois ficamos sozinhos segurando a bomba.

Mas a sensação de empunhar um microfone, uma caneta ou o teclado para fazer comunicação é inexplicável. Muitos dizem que é um vício do qual não se liberta mais. Acredito que, depois de algum tempo, deixa de ser uma profissão e torna-se uma missão.

Hoje, toda e qualquer pessoa fala em rádio. Basta comprar o horário. Sou do tempo que se exigia boa voz, dicção e leitura. Costumo dizer que a molecada de hoje (de forma carinhosa) sabe fazer rádio. Mas alguns de nós, da velha guarda, fazíamos "milagre". Fazíamos com qualidade para a época, sem a tecnologia dos dias atuais.

Desejo apenas que está missão seja mais reconhecida, melhor entendida e respeitada. Que a próxima Câmara de Vereadores possa reconhecer este "patrimônio municipal". Comunicadores que literalmente colocam a cara a tapa para defender esta terra e sua gente.

Parabéns Muzambinho, há 140 anos berço de grandes comunicadores.

Amauri Júnior

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