Equipe lucraria com a chegada do holandês. Foto: arquivo pessoal de Max Verstappen

Equipe lucraria com a chegada do holandês. Foto: arquivo pessoal de Max Verstappen

Há uma linha tênue entre o amor e o ódio.

As redes sociais, por exemplo, escancararam isso nos últimos anos.

Todo mundo conhece pelo menos um casal apaixonado, que dia sim e outro também apareceu pela timeline fazendo juras de amor.

Depois de o castelo desabar, é um festival de indiretas de ambos os lados, roupa suja lavada em público capaz de ruborizar a maior parte dos "ficantes" ex-BBBs.

Acho que o esporte imita a vida.

No futebol, por exemplo, um time que ganha tudo ou quase tudo, obviamente é amado por sua torcida, mas provoca ódio generalizado nos adversários e até na imprensa especializada, que fala que "isso aí está perdendo a graça".

Com o Palmeiras-Parmalat foi assim.

O São Paulo do Telê deu uma raiva danada. Uma dor de cotovelo dos diabos.

Na Fórmula 1, as supremacias de algumas equipes foram absolutamente admiráveis.

Sinal de que o projetista, os engenheiros, os mecânicos e os pilotos (ou o piloto), fizeram tudo certinho.

Há muitos exemplos, como a Lotus em 1978, a McLaren em 1988 e 1989, e a Williams em 1992 e 1993, entre outros.

De um tempo pra cá, a Mercedes.

Está ficando tão na cara que ela novamente será campeã, de pilotos e construtores, que vai ser mesmo.

E, aí, surgem os olhares tortos.

Gente que começa a torcer o nariz quando um dos carros prateados ganha, normalmente o de Hamilton.

E se essa trilha sonora de vitórias perdurar, haja proteção para a estrela de três pontas...

Eu investiria em patuás e talismãs. 

Tentaria buscar uma pedra na Lua.

Aquele lugar inóspito que está precisando de um Anjo que plante uma floresta por lá.

Mas, melhor que isso, contrataria Max Verstappen.

Os olhos do mundo do automobilismo se voltariam para o time alemão.

Até a Ferrari seria coadjuvante.

Ainda que houvesse o risco de Hamilton e Verstappen se digladiando a ponto de outro piloto ser campeão.

Como aconteceu em 2007 com a McLaren, com Hamilton e Alonso; e Raikkönen com a Ferrari levantou o caneco.

Os fãs da F1 agradeceriam um duelo que seria comparável a Senna x Prost ou Piquet x Mansell.

E a Mercedes, na berlinda, sairia no lucro.


  

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