Foto: Reprodução/Redes sociais

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No mês passado, infelizmente contraí o vírus causador da Covid-19 e precisei ficar afastado do trabalho por 10 dias. Se, neste período, o meu chefe recebesse um vídeo em que eu estivesse todo alegre e feliz tocando tantã em um pagode, certamente me demitiria assim que o período de afastamento chegasse ao fim. 

Eu concordo que é um absurdo jogador sendo “perseguido" pela torcida em baladas da vida quando de suas folgas. Quando o atleta tem um tempo livre, ele tem direito de fazer o que bem entender. Se isso estiver atrapalhando o rendimento do profissional em campo,  caberá ao clube decidir continuar com ele ou não. 

Só que esse, definitivamente, não foi o caso de Jô, flagrado na noite de terça-feira (7) em um pagode, feliz da vida enquanto o Corinthians perdia para o Cuiabá por 1 a 0. O atacante não estava de folga. Estava afastado por trauma no pé. O mínimo que se esperava era que ele permanecesse em repouso para que possa voltar a contribuir o mais rápido possível com o clube que lhe paga uma quantia considerável de salário. 

E o que chama a atenção também é o fato de Jô não parecer preocupado com a enorme possibilidade de alguém filmá-lo na farra enquanto o jogo corintiano passava no telão. Inocência ou pouco caso? Eu voto na segunda opção. 

 

 

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