Em 2015, o número de clubes catarinenses na elite nacional era até superior ao de times cariocas. Foto: Divulgação

Em 2015, o número de clubes catarinenses na elite nacional era até superior ao de times cariocas. Foto: Divulgação

Nenhuma grande novidade, mas o negócio futebol vem se ampliando cada vez mais nos últimos anos, com investimentos e administrações profissionais.

Agora também com a liberação por parte da CBF, da vinda de investidores do exterior, os clubes estão se sentindo obrigados a mudar, uma adaptação para sair da realidade de ser só uma paixão, e de ter só os abnegados no comando de um clube de futebol.

O grande exemplo disso é o futebol de Santa Catarina, que de repente saiu de uma fase de glórias, e encara os dramas com os seus representantes. 

Os números dos campeonatos mostram isso, a fase do futebol catarinense não é das melhores.

2015 lá em cima

Na temporada de 2015, por exemplo, o número de clubes de Santa Catarina na elite nacional era até superior ao de times cariocas na primeira divisão.

Dois anos depois, a situação das equipes catarinenses começou a mudar, e não apenas considerando a Série A do Brasileirão.

No Campeonato Brasileiro de 2015, Chapecoense, Figueirense, Avaí e Joinville estiveram na primeira divisão.

A maior glória

Foi em 2016, quando a Chapecoense se classificou à final da Copa Sul-Americana contra o Atlético Nacional, da Colômbia. Porém, o jogo não foi realizado devido ao acidente aéreo que matou 72 pessoas entre a delegação do clube catarinense, jornalistas e tripulação.

O Verdão foi declarado campeão da competição, conseguindo o primeiro título internacional do estado.

O momento assusta com Figueirense e Avaí

Na atual temporada, somente Chapecoense e Avaí representam Santa Catarina na Série A, e correndo muitos riscos de rebaixamento para a Série B.

Por falar na segunda divisão, os times do estado também não têm empolgado.

Pior ainda é o Figueirense que faz campanha fraquíssima, estacionado na zona da degola e lanterna da Série B. Além disso, está com acúmulo de R$ 120 milhões em dívidas, e teria comunicado oficialmente à CBF, por meio de seu ex-presidente, sobre sua decisão de abandonar a competição.

Caso a saída seja concretizada, o clube só poderia voltar a atuar na Série D, após suspensão.

O Criciúma também não está fora disso tudo. O clube que um dia levantou a Copa do Brasil, em 1991 (Felipão era o técnico), está fazendo um campeonato que deixa o seu torcedor aterrorizado, vai também lutar contra o rebaixamento da Série B para a C até o fim.

Joinville na quarta

O JEC, que tem, segundo pesquisas da Federação Catarinense de Futebol, a maior torcida do estado, tem vivido temporadas que causam pesadelos em seus torcedores.

Em 29 de novembro de 2014, o Joinville comemorava a chegada ao topo nacional, com o título da Série B e a garantia da disputa da elite. Os anos seguintes, no entanto, passaram longe de qualquer motivo para comemoração.

Da Série A, em 2015, às quatro temporadas seguintes, frustração e mais um rebaixamento. Este ano disputou a Série D, e a dívida do clube passa dos R$ 40 milhões.

 

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