Jorge Reis se apresentou aos organizadores como representante da Conmebol. Foto: Reprodução

Jorge Reis se apresentou aos organizadores como representante da Conmebol. Foto: Reprodução

O domingo era para ser de festa em Guaxupé e região. Por dois motivos: o Jogo das Estrelas, que reuniria no campo da Esportiva, grandes craques do passado, e a concretização do sonho de levar a molecada da AEG para a disputa de um torneio no Peru a partir do próximo dia 16.

O jogo com ex-atletas teria a renda revertida para o pagamento das passagens aéreas do grupo que viajaria ao Peru.

Entretanto, a ação de um suposto representante da Conmebol colocou tudo a perder. “Ele apareceu aqui no meio do processo. Disse que assumiria as despesas do jogo e que a viagem dos garotos seria bancada com milhas da própria Conmebol”, afirmou Geovanne dos Santos, técnico do time infantil e organizador do evento na cidade.

O profissional se apresentou com o nome de Jorge Reis. Além de se dizer ligado à Conmebol, o empresário assumiu a promoção do evento. A partir disso todas as ações promovidas por Geovanne e alguns pais de atletas foram suspensas.

“Nós ficamos tranquilos no momento em que ele se apresentou e com tudo que ele falou sobre a própria Conmebol”, lembra Geovanni, que investiu cerca de R$ 3.500,00 na divulgação do jogo. “Tudo que ele me pedia para divulgação eu fazia. Tenho todas as notas fiscais”.

Mas, na semana do jogo, que seria realizado no último domingo, a comunicação com Jorge Reis ficou difícil. Na sexta, dia 08 de fevereiro, ele prometeu, mas não realizou o depósito de R$ 8.000,00 referentes a 50% do valor da partida. O dinheiro seria dividido entre os ex-atletas que participariam da festa.

“O último contato com ele foi na sexta de manhã. Depois ele não depositou e sumiu. Não responde mais as mensagens e o telefone está na caixa postal”, justifica Geovanne, que teve que cancelar o evento às pressas.

No domingo, Guaxupé amanheceu sem o Jogo das Estrelas. Nomes como Ademir da Guia, Claudecir, Gustavo Nery, Ezequiel, Nilson, Índio e outros ex-jogadores eram esperados na cidade. Geovanne promete que ainda vai lutar para promover o evento. “Vamos arrumar uma nova data e mobilizar o empresariado local para nos ajudar”.

O Terceiro Tempo tentou contato com o empresário Jorge Reis durante toda a manhã desta segunda-feira (11), sem sucesso. O número cai direto na caixa postal.

Nas redes sociais Jorge Reis se apresenta como CEO e fundador da JRM Brazil Group e da Maxxi Super Sports, empresa especializada em marketing esportivo e que faria o trabalho de divulgação e captação de recursos para o jogo em Guaxupé.

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