Há alguns poucos anos, a chegada ao top 20, de Jo-Wilfried Tsonga, Grigor Dimitrov, Dominic Thiem, Nick Kyrgios, Alexander Zverev e

mais algumas outras promessas, pareciam predizer que novos tempos no tênis estavam por vir.

Molecada de talento despontava no cenário do tênis mundial e trazia consigo características muito interessantes, como o aprimoramento

em cada um dos fundamentos do tênis. Cada jogador parecia ter assimilado um quesito como elemento chave para seu estilo de jogo.

Nada contra os mitos do tênis contemporâneo, mas Nadal com suas contusões, Federer com o reloginho da idade correndo e Djokovic

com a súbita perda de ritmo, davam sinais de que, em breve, seus postos seriam ocupados por novas estrelas. Não nos esqueçamos de

Del Potro, Andy Murray e alguns outros grandes nomes, que também, vez por outra faturam algum ATP, um grande Slam ou até o Ouro olímpico.

Surpreendentemente não houve transição, tampouco as promessas chegaram ao top 10 da ATP. Assistimos um espetáculo que mistura

superação e exímia qualidade, razões estas, suficientes,para manter no topo Federer, Nadal e Djokovic.

Aliás, o título de Wimbledon conquistado pelo sérvio no último domingo demonstra bem isto: vitória épica sobre Nadal na semi e depois

um verdadeiro trator contra Anderson na final. Lembrar que o Kevin Anderson eliminou Federer na semi após uma epopeia de 4 sets

mais um tie-break de 13-11, coisa de maluco!

Os próximos capítulos são imprevisíveis, mas certamente ainda vai durar algum tempo o reinado do trio de ferro, dos "players", dos

donos da bola, Nadal, Djokovic e o gênio Roger Federer.

Os deuses do tênis agradecem!

 

Gustavo Santos

@gustavofarmacia

 

fonte da imagem: UOL

nosesportes@gmail.com

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