Foto: Rubens Chiri/SPFC

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Feriado de Corpus Christi com o São Paulo na tela às 16h. Programão, não é verdade? O pior é que não… 

Não porque assistir aos jogos do Tricolor tem sido das tarefas mais difíceis deste Brasileiro. A equipe do Morumbi consegue transformar partidas promissoras em duelos chatíssimos que parecem levar 180 minutos para acabar. 

O motivo? Para mim, a falta de tesão que todo o grupo são-paulino mostra com a bola nos pés. É incrível como o outrora campeoníssimo Tricolor se tornou um time sem pegada, sem garra, sem alma. 

Contra o desesperado Botafogo, a sensação era de que o jogo poderia estar rolando até agora que, mesmo assim, o time de Rogério Ceni não balançaria as redes de Gatito Fernández. 

E isso acontece mesmo com muito jogador jovem em campo. Nem eles, que ainda precisam se firmar no futebol profissional, conseguem mudar o espírito deste acomodado São Paulo. 

E nem dá para colocar a culpa em Rogério Ceni. Esse comportamento bovino dos são-paulinos tem sido recorrente nos últimos anos, exceção feita ao Paulista vencido com Hernán Crespo. Naquele período, sim, vimos o São Paulo com a vontade e com a garra de outros tempos. Pena aquele gás durou tão pouco e a realidade voltou mais rápido do que esperávamos. 

É uma triste constatação mas, pelo andar da carruagem, os torcedores do São Paulo ainda terão que esperar um bocado para que o clube saia da fila de títulos importantes, que já dura… 14 anos!

 

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