Atletas que fizeram e fazem a história do esporte. Fotos: Divulgação

Atletas que fizeram e fazem a história do esporte. Fotos: Divulgação

O Dia Internacional da Mulher foi criado em 1910, após diversas manifestações das trabalhadoras por melhores condições em suas atividades, sobretudo nas fábricas.

Elas passavam por condições desumanas, obrigadas a jornadas de 16 horas diárias, submetidas a condições precárias de higiene e alimentação.

As mulheres, que outrora nasceram para exclusivamente serem mães, cozinheiras, costureiras, passadeiras e arrumadeiras, abriram as portas de suas casas e conheceram o mundo.

Ganharam direito a votar, com "séculos" de atraso.

Que bom!

O esporte, felizmente as recebeu.

Primeiro com muito preconceito; depois com tolerância e, por fim, com respeito e reverência.

Algumas imagens são emblemáticas:

Aquela que considero mais emocionante, digna do espírito olímpico, é da maratonista suíça Gabriela Andersen, cambaleando para cruzar a linha de chegada nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984.

Exausta ao extremo, com os músculos rígidos, preenchidos de tanto ácido lático, bravamente se esforçou como uma deusa, lutando pelo 37º lugar.

Esforço da maratonista suíça Gabriela Andersen nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984. Foto: Divulgação

 

 

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Como esquecer do virtuosismo das tenistas Martina Navratilova e Billi Jean King; a incomparável Maria Esther Bueno e as ótimas Chris Evert e Gabriela Sabatini.

Os olhos fulminantes e as passadas decididas de Elena Isinbayeva, voando no salto com vara e o voo da "volta por cima" de Maurren Maggi para conseguir sua medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequin, em 2008.

As maravilhosas conquistas do vôlei feminino brasileiro, nas quadras e nas areias.

O brilho da Rainha Hortência e de Magic Paula nos Jogos Pan-Americanos de 1991, em Havana.

E por falar em mágica, os dribles, as letras e as bicicletas de Marta, a melhor jogadora de futebol do mundo.

E por falar em mundo, o mundo que ficou boquiaberto com Nádia Comaneci e sua impensável nota 10 nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976.

E por falar em nota 10, não pode haver outra nota para Daiane dos Santos, que emprestou seu nome a um exercício de solo, e Maria Lenk, a melhor nadadora brasileira de todos os tempos.

E por falar em “tempos”, lembro de outros tempos da Fórmula 1, mais precisamente de 1975, quando a italiana Lella Lombardi conquistou um suado meio ponto no Grande Prêmio da Espanha, disputado no circuito de Montjuich. A única mulher a conseguir tal feito, em uma categoria numericamente dominada pelos homens.

Um salve às mulheres que abdicaram do cigarro, para que pudessem correr, saltar e nadar no melhor de suas formas físicas.

Que disseram não às baladas,  porque era imperativo acordar cedo e treinar pesado no dia seguinte.

A vocês, mulheres, atletas ou não, parabéns!

Afinal, lugar de mulher é onde ela quiser!

Continuem lutando!

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