E não que é que já estamos há 11 anos e dois dias sem Toninho Guerreiro? É exatamente isso: o matador Antônio Ferreira, aos 48 anos, morreu no dia 26 de janeiro de 1990 quando não era um homem rico, pelo menos financeiramente nada tinha de proporcional ao seu talento e ao incrível número de gols que marcou. Toninho, o implacável Toninho Guerreiro, chegou à Vila em 1963 e é também um bicampeão mundial interclubes como reserva de Coutinho nos três jogos contra o Milan (2 a 4, 4 a 2 e 1 a 0). Abaixo, uma das formações do Santos em 1965, no Pacaembu, quando Coutinho estava às voltas com problemas de peso e de joelho e Toninho comandava o ataque do Peixe.


Em pé: Lima, Zito, Geraldino, Joel Camargo, Mauro e Laércio. Agachados: Peixinho, Mengálvio, Toninho Guerreiro, Pelé e Pepe. Deles, já morreu também o goleiro Laércio.

VEJA COMO ESTÃO:

Veja como estava Toninho Guerreiro em setembro de 1989. O peso, a boemia e o cigarro foram minando o corpo de um dos mais competentes centroavantes que o Brasil teve em todos os tempos.


E aqui Toninho Guerreiro no São Paulo, também no Pacaembu, em 1972, último ano em que efetivamente lutou por mais um título em sua brilhante, mas curta carreira.



Em pé: Gilberto Sorriso, Sérgio Valentim, Samuel, Edson, Arlindo e Forlan. Agachados: Paulo, Terto, Toninho, Rocha e Paraná. Esse time foi vice-campeão invicto, o único até hoje em 98 anos de Paulistão.

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