O extinto circuito carioca recebia pilotos e equipes, entre eles Senna (Lotus) e Piquet (Williams). Foto: Reprodução

O extinto circuito carioca recebia pilotos e equipes, entre eles Senna (Lotus) e Piquet (Williams). Foto: Reprodução

Sem as restrições atuais para testes na Fórmula 1, a pré-temporada da categoria em 1986 começou no forte calor do extinto autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.

A TVE do Rio de Janeiro fez uma matéria sobre os chamados "testes de pneus" no traçado carioca, com os repórteres Sérgio du Bocage e Tino Marcos, exibindo o trabalho das equipes, bem diferente do que se vê atualmente Na ocasião, mecânicos sem camisa e de bermudas trabalhavam sem o rigor presente atualmente.

No vídeo, McLaren, Williams, Lotus, Ferrari e Brabham eram apontadas como favoritas para a temporada de 34 anos atrás.

O francês Alain Prost confirmou o favoritismo da McLaren e ficou com o título daquele ano, segundo consecutivo, aproveitando-se da disputa interna da Williams, com Nigel Mansell e Nelson Piquet. A dupla do time de Frank Williams fechou o ano em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Piquet, assim como Prost, foi entrevistado na ocasião. Ele falou sobre seu primeiro ano na Williams e o novo carro da Brabham, sua ex-equipe. Piquet acabou vencendo a prova de abertura de 1986, no mesmo circuito de Jacarepaguá, no dia 23 de março. Aliás, dobradinha brasileira, com Ayrton Senna (Lotus) terminando em segundo lugar. O francês jacques Laffite (Ligier) completou o pódio, em terceiro.

Ayrton Senna, em seu terceiro ano na F1, segundo pela Lotus, também foi ouvido na matéria, falando não apenas de seu carro mas também do novo projeto da Brabham, encabeçado pelo projetista sul-africano Gordon Murray. A Brabham acabou decepcionando.

O revolucionário BT55, foi um fracasso e seu primeiro piloto, o italiano Elio de Angelis, morreu durante um teste no circuito francês de Paul Ricard no dia 15 de maio da daquele ano, quando a asa traseira de seu carro se desprendeu fazendo com que ele perdesse o contraole e batesse no guard-rail. Preso nas ferragens, De Angelis morreu asfixiado pela fumaça, com o incêndio da Brabham.

A Williams foi a maior vencedora da temporada, com novetriunfos (cinco de Piquet e quatro de Mansell). A McLaren teve quatro vitórias, todas de Prost. Senna ganhou dois GPs pela Lotus e Gerhard Berger faturou seu primeiro GP, também o primeiro da Benetton, equipe estreante, que havia comprado a Toleman.

Elio de Angelis durante o final de semana do GP do Brasil de 1986 com a revolucionária e problemática Brabham BT55. Menos de dois meses depois ele morreu em um acidente durante testes no circuito de Paul Ricard, na França. Foto: Reprodução

 

Alain Prost e sua McLaren MP4/2C em Jacarepaguá. Francês não terminou o GP do Brasil de 1986, mas foi o campeão daquela temporada. Foto: Reprodução

 

As Williams FW11 de Nigel Mansell e Nelson Piquet. O inglês e o brasileiro se digladiaram durante a temporada de 1986. Prost acabou se aproveitando do embate fervoroso da dupla. Foto: Reprodução

 

A temporada de 1986 marcou a primeira vitória do austríaco Gerhard Berger na F1 e também da Benetton, sua equipe, que havia comprado a Toleman. Na imagem, seu triunfo no GP do México. Foto: Reprodução

ABAIXO, O VÍDEO DA TVE-RJ COM OS TESTES DE PNEUS EM JACAREPAGUÁ:




    

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