No Choque-Rei, Abel colocou Crespo no bolso. Fotos: Rubens Chiri/SPFC e Cesar Greco/Palmeiras

No Choque-Rei, Abel colocou Crespo no bolso. Fotos: Rubens Chiri/SPFC e Cesar Greco/Palmeiras

Após o 1 a 1 da primeira partida, eu já esperava que o Palmeiras confirmasse a classificação para as semifinais da Libertadores diante do São Paulo no Allianz Parque. Só não imaginava, francamente, que Abel Ferreira teria a sua vida tão facilitada por Hernán Crespo na partida. 

Não é exagero dizer que o Tricolor não viu a cor da bola no remodelado Palestra Itália. E isso porque o seu técnico escalou mal - uma equipe nada ousada para quem precisava pelo menos de um gol na casa do rival -, mexeu muito mal - Rojas? Vitor Bueno? Eder? Igor Gomes? - e se comportou de forma decepcionante no banco de reservas. Em campo, o Tricolor simplesmente foi o retrato da apatia de seu comandante à beira do campo.

E aí, Abel, que de bobo não tem nada - nada mesmo! -, soube muito bem usar os enormes espaços deixados pela defesa são-paulina para mandar no jogo do início ao fim. E o passeio muda o ânimo da equipe palestrina, que vinha de resultados não tão bons assim. E isso pode ser determinante para o restante da competição. 

Independentemente do rival da próxima fase - Atlético-MG ou River -, é muito provável que o time de Abel, por ter batido um arquirrival, chegue com mais moral ao confronto. E a experiente e vitoriosa equipe alviverde está mais do que acostumada com a pressão de momentos decisivos como esse, algo que, por exemplo, o Galo de Cuca ainda não tem. 

Por isso, vejo que Hernán Crespo conseguiu embalar - o reembalar - o Palmeiras de Abel. E agora eu quero ver quem que vai conseguir segurar o Verdão na Libertadores… 

 

 

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