Rigoni, grande nome da classificação são-paulina. Foto: Rubens Chiri/SPFC

Rigoni, grande nome da classificação são-paulina. Foto: Rubens Chiri/SPFC

Eu já estava bem conformado com a possibilidade de o São Paulo ser eliminado da Libertadores da América. Para falar a verdade, depois do 1 a 1 no Morumbi diante do encardido Racing, um novo empate na Argentina já me surpreenderia. Por isso, não tenho nem palavras para descrever o quanto me pegou desprevenido o show tricolor na última terça-feira no El Cilindro. 

É claro que a primeira partida, na capital paulista, foi atípica, com o Tricolor jogando esfacelado pelos constantes desfalques causados pelo DM ou pelas seleções. Mas, o que espantou mesmo na belíssima vitória contra o Racing foi a frieza psicológica da equipe comandada por Crespo. Mesmo vindo de uma sequência de resultados bem desanimadores, jogou em Avellaneda com a confiança de um time que parecia viver a sua melhor fase na temporada. 

Agora, é bem provável que o Tricolor enfrente o Palmeiras nas quartas de final da Libertadores da América. Para mim, o Verdão segue sendo o time mais cascudo do momento no futebol da América do Sul. É hoje o que foi o Boca foi no início dos anos 2000. Mas, se o São Paulo estiver completo - ou perto disso -, não vejo a possibilidade de apontar o Verdão como favorito deste possível Choque-Rei, não!

Claro que o fato de ser grande freguês do Tricolor na Libertadores da América também conta. Mas acontece que, completo e com a confiança demonstrada diante do Racing, o São Paulo de Crespo não fica devendo para nenhum time da América do Sul. Bota medo em qualquer um. Até mesmo no sólido Palmeiras de Abel Ferreira. 

 

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