Carro utiliza motor V8 de aproximadamente 500 cavalos. Foto: Divulgação/RF1

Carro utiliza motor V8 de aproximadamente 500 cavalos. Foto: Divulgação/RF1

Já tradicional na Stock Car, a equipe RMattheis terá uma dupla de campeões na edição deste ano do Sertões, mais importante competição de rali do continente americano: Rubens Barrichello, atual piloto da Full Time Sports e Felipe Fraga, que compete no Intercontinental GT Challenge pela equipe oficial AMG-Mercedes.

O time ainda contará com Rafael Cassol, experiente piloto da modalidade que estará a bordo do carro no prólogo na próxima sexta-feira (30) e também nas primeiras etapas da competição no Velocitta, em Mogi Guaçu (SP), com encerramento previsto para 7 de novembro em Barreirinhas, no Maranhão. O experiente navegador Edu Bampi estará ao lado dos três pilotos da equipe.

Rodrigo Mattheis, chefe da equipe que leva o seu nome, falou sobre o novo desafio.

“Nós temos três grandes pilotos para essa primeira participação da equipe no Sertões. Uma pena essa coincidência de datas do Thiago (Camilo) que não poderá fazer a largada conosco, mas o Rafael (Cassol) é um grande talento do rally que com certeza chega para agregar muito ao nosso time”, comentou Rodolpho, que disponibilizará ao trio (que se revezará na condução) um protótipo com motor V8 de aproximadamente500 cavalos.

Rubens Barrichello, campeão da Stock em 2014, atualmente ocupando a quarta colocação do campeonato e com 19 temporadas na Fórmula 1, categoria pela qual fez 14 poles e venceu 11 GPs (nove pela Ferrari e dois pela Brawn-GP), detalhou os aspectos que o levaram a mergulhar na empreitada a bordo do carro 4x2 da equipe RMattheis.

“O Sertões me conquistou pelo fator social, a humildade de passar em várias cidades e ajudar as pessoas que estão lá. Eu, como tenho o Instituto Família Barrichello, adorei e comprei essa ideia. Estou aqui fazendo o que eu amo, me divertindo e aprendendo o que esse carro quer de mim, que é, basicamente, `pisotear´ o carro. Essa é uma palavra que não existe no asfalto. Esse carro chega algumas vezes em uma curva de 180º ou até com um grau maior que você não usa a frente do carro, usa só o pedal para que ele rotacione e vire ao contrário. Realmente é especial poder guiar ele”, ponderou Barrichello, que está com 48 anos e neste ano também disputa o Super TC2000, campeonato de turismo na Argentina, com a equipe oficial da Toyota. 

Rubens Barrichello, animado para incluir mais uma modalidade do esporte a motor em seu robusto currículo. Foto: Divulgação/RF1

Atualmente competindo fora do Brasil, Felipe Fraga, campeão da Stock em 2016, falou sobre sua paixão por ralis e destacou que costuma andar bastante em UTV.

“Eu sempre fui um apaixonado por rali, ando bastante de UTV que é um carro menor que o nosso, então é uma oportunidade incrível de fazer essa estreia. Estou com uma grande expectativa de acelerar esse nosso bugão V8 de quase 500 cavalos. Vamos tentar fazer uma boa prova e levar nosso carro até o final”, destacou Fraga.

Felipe Fraga, atualmente competindo no exterior, tem experiência guiando UTVs. Foto: Divulgação/RF1

Rafael Cassol contabiliza diversas participações no Sertões, competição pela qual estreou em 2011. Ele venceu na categoria Production em 2015 e na Protótipos em 2016. O piloto ainda disputou cinco temporadas da Mitsubish Cup.

“Acelerar no Sertões é sempre especial para mim. A escola do Rubens (Barrichello) e do Felipe (Fraga) vem do asfalto, enquanto a minha sempre foi da terra, então costumo brincar que nós somos de planetas diferentes, mas no mesmo sistema solar. Vai ser uma oportunidade única na minha carreira acelerar o mesmo carro de dois grandes campeões, ainda mais com o Rubinho, um piloto que eu era criança e assistia ele correndo na F1. Essa troca de experiências com eles me deixa muito animado e a expectativa é ainda mais alta por essa convivência com eles e com todos da equipe”, projeta Cassol.

O piloto Rafael Cassol acumula dois títulos no Sertões. Foto: Divulgação

 

DADOS DAS ESPECIAIS DO SERTÕES/2020:

30/10 Sexta feira - Prólogo

Terá 4.730 metros de extensão. Trajeto sinuoso com algumas retas. Piso liso (misto de cascalho e pedrisco).

1ª Etapa – Bolha Velocitta - Sábado, 31/10 (Mogi Guaçu/SP)

DI - 260 km | TE - 205 km | DF - 120 km | Total – 585 km

Domingo, 01/11 (SP->DF)

Deslocamento para Brasília (DF)

2ª Etapa – Segunda-feira, 02/11 (DF->GO)

1ª perna Maratona Renê Melo

DI - 159 km | TE - 353 km | DF - 0 km |Total - 512 km

3ª Etapa – Terça-feira, 03/11 (GO ->GO)

2ª Perna Maratona Paulo Gonçalves

DI - 0 km | TE - 200 km | DF - 169 km | Total - 369 km

4ª Etapa – Quarta-feira, 04/11 (GO->TO)

DI 26 km | TE 329 km | DF 295 km | Total 650 km

5ª Etapa – Quinta-feira, 05/11 (TO->MA)

DI - 99 km | TE - 227 km | DF - 284 km | Total - 610 km

6ª Etapa – Sexta-feira, 06/11 (MA->MA)

DI 128 km | TE 300 km | DF 313 km | Total 741 km

7ª Etapa – Sábado, 07/11 (Barreirinhas/MA)

DI 258 km | TE 223 km | DF 34 km | Total 515 km

LEGENDAS:

DI: DESLOCAMENTO INICIAL

TE: TRECHO DA ESPECIAL (CRONOMETRADO)

DF: DESLOCAMENTO FINAL

   


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