Abel Ferreira, técnico do Palmeiras. Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Abel Ferreira, técnico do Palmeiras. Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Eu entendo muito bem as críticas feitas ao Palmeiras de Abel Ferreira. Também morro de tédio assistindo aos jogos do Verdão que, pelo elenco que tem, poderia realmente apresentar um repertório muito mais rico.

Mas não tem como negar que o treinador palmeirense é “copeiro” como nenhum outro profissional do futebol brasileiro atual. Não à toa, o frio Abel já deu dois nós no explosivo Cuca e só caiu diante do Tigres no Mundial – com o seu time extremamente cansado, dias após a conquista da América -, do São Paulo no Paulista – o Tricolor vinha em um momento mágico -, e do CRB na Copa do Brasil – esta eliminação, sim, injustificável.

Por isso, se eu pudesse mensurar o favoritismo para a final da Libertadores da América, diria que o Verdão tem 60% de chances contra 40% do Flamengo.

O Rubro-Negro tem um elenco fantástico, nível Europa. Mas, principalmente com Renato, tem sido muito mais intuitivo – para não dizer peladeiro – do que técnico. Ou seja, é muito provável que a equipe da Gávea parta para cima do Verdão, tenha seu ataque “encaixotado” pelo excelente sistema defensivo palestrino e, num contra-ataque vadio, leve um ou dois gols.

Aí, não adianta reclamar depois do jogo que o time de Abel é covarde ou joga pouco. É um time inteligente, frio, acostumadíssimo com jogos decisivos e sortudo – sim, também é preciso ter sorte!

Traduzindo, torcer contra este Palmeiras é das tarefas mais ingratas do futebol atual.

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